quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

EQUIPE ÁGUIA!





A águia é a ave que possui a maior longevidade da espécie. Chega a viver cerca de 70 anos. Porém, para chegar a essa idade, aos 40 anos, ela precisa tomar uma séria e difícil decisão. Aos 40 anos, suas unhas estão compridas e flexíveis e já não conseguem mais agarrar as presas, das quais se alimenta.O bico, alongado e pontiagudo, se curva. Apontando contra o peito, estão as asas, envelhecidas e pesadas, em função da grossura das penas, e, voar, aos 40 anos, já é bem difícil! Nessa situação a águia só tem duas alternativas: deixar-se morrer... ou enfrentar um dolorido processo de renovação que irá durar 150 dias. Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha e lá recolher-se, em um ninho que esteja próximo a um paredão.Um lugar de onde, para retornar, ela necessite dar um vôo firme e pleno.Ao encontrar esse lugar, a águia começa a bater o bico contra a parede até conseguir arrancá-lo, enfrentando, corajosamente, a dor que essa atitude acarreta. Espera nascer um novo bico, com o qual irá arrancar as suas velhas unhas.Com as novas unhas ela passa a arrancar as velhas penas. E só após cinco meses, "renascida", sai para o famoso vôo de renovação, para viver, então, por mais 30 anos. Muitas vezes, em nossas vidas, temos que nos resguardar, por algum tempo, e começar um processo de renovação. Devemos nos desprender das (más) lembranças, (maus) costumes, e, outras situações que nos causam dissabores, para que continuemos a voar. Um vôo de vitória. Somente quando livres do peso do passado (pesado), poderemos aproveitar o resultado valioso que uma renovação sempre traz. Destrua, pois, o bico do ressentimento, arranque as unhas do medo, retire as penas das suas asas dos maus pensamentos e alce um lindo vôo para uma nova vida. Um vôo de vida nova e feliz.

com João Vitor Moreira.

Então é Natal - Simone

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Como se forma uma bolha imobiliária?

Entenda quais os sinais que caracterizam a formação insustentável dos preços dos imóveis

Taís Laporta - iG São Paulo  - Atualizada às 
Especulações sobre uma possível bolha imobiliária sempre vêm à tona quando os preços dos imóveis sobem muito acima da inflação. Nas maiores cidades brasileiras, eles mais que dobraram entre 2009 e 2013 . Mas se há de fato uma bolha, o que caracteriza sua formação e quais os sinais de que ela vai estourar?

Thinkstock/Getty Images
Especulação e crédito em excesso foram os combustíveis do estouro da bolha nos Estados Unidos em 2008

Não há resposta clara, mas uma investigação sobre o que motiva a escalada dos preços pode levar a algumas pistas, acredita o professor João da Rocha Lima, do núcleo de real estate (mercado imobilário) da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP).
Três razões, segundo ele, fazem os preços se descolarem da realidade: especulação (pela crença de que os valores subirão infinitamente); pressão artificial da demanda (por crédito imobiliário desmedido e poder de compra ilusório); e causas estruturais (correção dos custos de terrenos e da construção civil).
Excesso de crédito e especulação
O combustível do estouro da bolha dos imóveis nos Estados Unidos, em 2007/2008, foi composto por especulação e excesso de crédito – e não por motivos estruturais, reforça o professor.
Um descontrole desproporcional entre investidores ávidos por lucrar (na crença de que os preços subirão rapidamente no curto prazo) e compradores interessados em ocupar o imóvel cria um cenário especulativo, gerando uma oferta artificial no mercado.
Na outra ponta, o crédito concedido sem critérios passa a atender a esta oferta ao criar uma falsa demanda, sustentando a escalada de preços. “A semente do crédito irresponsável cria uma espiral que, em algum ponto, não vai se sustentar, revertendo de forma violenta a curva dos preços. Foi o que ocorreu inicialmente em Miami”, explica Lima.
No Brasil, os bancos financiam em torno de 65% do valor do imóvel, enquanto nos EUA este percentual atingiu 110% no auge do desequilíbrio. Isso porque o consumidor chegava a receber presentes e viagens por fechar o negócio – a um custo que os bancos acreditavam ser compensado com a valorização futura do imóvel.
O crédito imobiliário pode ser chamado de “irresponsável” quando é concedido a uma porção considerável de pessoas que não são capazes de pagar por ele. Enquanto no Brasil os bancos só concedem o financiamento de um único imóvel por comprador, nos EUA, cada pessoa podia hipotecar até dez unidades antes da crise.
Por aqui, o crédito imobiliário representou 7,5% do PIB (Produto Interno Bruto) em junho de 2013, enquanto nos EUA superava 80% da riqueza do país, em dezembro de 2012. A relação crédito/PIB passa a preocupar, segundo analistas, quando está acima de 50%.
Países como Turquia e Austrália apresentavam números bem próximos dos EUA no fim do ano passado, enquanto Alemanha e Itália financiavam mais de 40% de seu produto interno no mesmo período.
Phillip Tatliff, que teve sua primeira hipoteca aprovada quando só podia dar uma entrada de 5%, em frente ao seu imóvel em Seatle, em abril deste ano. Foto: NYT
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Motivos estruturais
Dos três elementos que explicam a alta de preços, o estrutural é o único que descarta de imediato a existência de uma bolha. É também o que melhor explica a recente escalada dos preços imobiliários no Brasil, de acordo com Lima.
“De 2006 para cá, os custos dos insumos para a construção cresceram muito além da renda do mercado, impulsionados pela mudança de regras na ocupação de terrenos, que encareceu sua aquisição”, afirma. Isso fez com que as construtoras empurrassem a correção de preços como custo ao consumidor final.
Outro motivo foi a correção inflacionária, na opinião do economista e coordenador do índice FipeZap, Eduardo Zylberstajn. “Tenho a impressão de que o valor real dos imóveis no Brasil foi corroído por conta da hiperinflação do passado, e agora vivemos um período de ajuste”, acredita.
Essa correção, segundo o especialista, acompanhou a melhora da qualidade do crédito no País, aliada a seu crescimento. “O mercado de crédito ficou mais seguro nos últimos anos”, reforça Zylberstajn. Segundo o Banco Central, o financiamento de imóveis cresce a uma taxa em torno de 35% ao ano em 2013.
Alarmismo e suas consequências
O economista que previu a bolha nos Estados Unidos, Robert Shiller, afirmou à imprensa durante visita ao Brasil, que a recente alta dos preços no País era preocupante e apontava para uma possível formação de bolha imobiliária – embora não pudesse afirmar isso com convicção, por desconhecer o mercado de imóveis brasileiro.
A afirmação provocou reações, reacendendo a discussão sobre a possível bolha brasileira, iniciada em meados de 2011, quando os preços dos imóveis atingiram o pico. Para o economista do FipeZap, não há dados suficientes no Brasil que apontem com precisão a existência de uma bolha.
“Não basta os preços subirem de forma pouco usual para se criar a convicção de que existe bolha”, afirma. O coordenador de real estate da USP concorda. “Ninguém pode prever uma bolha antes que ela aconteça”.
Contrariando previsões alarmistas, no Brasil, a curva de subida de preços deu sinais de arrefecimento, passando a caminhar na horizontal desde meados de 2012, apontando uma estabilização momentânea dos preços. No estouro de bolhas como nos EUA, de acordo com Lima, a curva de preços costuma despencar em uma velocidade mais violenta que a subida.

    domingo, 22 de dezembro de 2013

    Para negociar imóveis de luxo, corretor usa até helicóptero

    Casas de altíssimo padrão não tem anúncio de venda; corretores usam rede de contatos com endinheirados para fechar negócios


    corretor de imóveis, Marcelo Gurgel do Amaral
                                                          Eduardo Cesar/Fotoarena
    O corretor Marcelo Gurgel do Amaral, de 53 anos, é um dos principais nomes do mercado imobiliário de altíssimo padrão de São Paulo. Com quase 40 anos de atuação no mercado, Gurgel atende celebridades, empresários e grandes executivos. Nomes? Não cita nenhum. “É uma relação de confiança, que exige sigilo”, diz ele, que costuma fechar uma dezena de grandes negócios envolvendo casas milionárias.

    Para descobrir novas oportunidades e avaliar melhor os imóveis, Gurgel costuma percorrer a cidade de helicóptero. Ele começou a alugar helicópteros de amigos nos anos 1970 porque queria ver a cidade pelo alto, mas passou a considerar os voos como investimentos. “Do alto é possível ver coisas que não vemos de carro, como favelas atrás de casas ou até identificar regiões para onde a cidade vai crescer”, explica. Foi assim que identificou o potencial de Alphaville. Ele diz ter convencido fundos de pensão a investirem na região.

    Gurgel abriu uma consultoria imobiliária em 1985, mas mantém o estilo de trabalhar como autônomo. Sua empresa tem apenas dois funcionários, ambos encarregados de levantar informações sobre os imóveis para que ele feche o negócio. “Não confio em ninguém. Não quero trabalhar com muita gente para que ninguém saiba quem me procura”, diz.

    Os corretores de alto padrão não colocam anúncios de venda em frente aos imóveis e procuram potenciais compradores na sua carteira de contatos. “Anunciar uma casa de alto luxo é como dizer que uma mulher bonita quer casar. Desvaloriza o imóvel”, afirma Gurgel.

    Filho de uma família de sobrenome tradicional, mas com poucos recursos financeiros, Gurgel trocou o estudo pelo trabalho de “faz-tudo” numa confecção aos 12 anos. Em seguida, passou a vender enciclopédias na casa de famílias ricas. Certa ocasião, a dona de uma delas no Morumbi, com pena do jovem vendedor de livros em um dia de chuva, ofereceu uma comissão para que encontrasse um apartamento para ela. Foi a senha para decidir-se pela carreira de corretor de imóveis de alto padrão.

    Seu primeiro negócio milionário aconteceu aos 15 anos: a venda de um terreno na esquina da Avenida Brigadeiro Faria Lima com a Avenida Rebouças, área nobre de São Paulo. A transação, feita para a construtora da família Simonsen, dona do banco Noroeste, foi avaliada em R$ 50 milhões, em valores atuais. Gurgel gastou todo o dinheiro da comissão numa loja. Comprou um Porsche. Sem carteira de habilitação, o jovem corretor pedia para irmãos e amigos dirigirem o veículo.

    "Private brokers"

    O estilo de vender de Gurgel ganhou novos concorrentes no mercado de luxo. Há dez anos, grandes imobiliárias passaram a criar unidades de “private brokers”, segmento voltado ao alto padrão. Na equipe de vendas, nada de corretores de carreira. O foco são mulheres, muitas delas oriundas de famílias tradicionais, que circulam na alta sociedade.

    A corretora Vera Montoro, da área
    de private brokers da Coelho da Fonseca
    Guilherme Lara Campos/Fotoarena
    É o caso de Vera Montoro, de 60 anos, uma das 15 corretoras da área de private brokers da imobiliária Coelho da Fonseca.

    Depois de ocupar por 30 anos o cargo de chefe do cerimonial do Palácio do Governo do Estado de São Paulo, a sobrinha do ex-governador paulista Franco Montoro aceitou há cinco anos um convite foi feito pelo próprio empresário Álvaro Coelho da Fonseca, dono do grupo imobiliário, e amigo de seu irmão, o deputado federal Ricardo Montoro (PSDB-SP).

    Sem experiência no mercado imobiliário, a porta de entrada de Vera na nova carreira foi sua rede de contatos e seus conhecimentos no mercado de luxo. Vera frequenta o clube Paulistano, fala inglês fluentemente e viaja para o exterior ao menos uma vez por ano. “O negócio não vem por telefone. É quase sempre um amigo ou conhecido que me passa os contatos do vendedor ou o meu para eles”, diz.

    Por: Marina Gazzoni

    Fonte: iG 

    sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

    Utilização indevida de estagiários em lugar de profissionais será punida pelo CRECI



    O CRECI da 12ª. Região está distribuindo comunicado às empresas e profissionais da corretagem de imóveis da região, alertando para a irregularidade, conforme denúncias ao órgão, na utilização de estagiários em lugar de profissionais nas funções de corretagem, que será punida nos ermos da legislação específica. O comunicado esclarece e recomenda:

    1- Que evite utilizar em seus estabelecimentos eu stands de venda, corretores não de Regularidade perante do CRECI, sob pena de incorrer nas penalidades previstas na Legislação específica.

    2- DO ESTAGIÁRIO:

    OS agentes imobiliários, pessoas físicas e jurídicas, devem observar a Resolução ?COFECI n? 1.127/2009, (Resolução anexa), que regula o estagio de estudantes do Curso de Técnico em Transações Imobiliárias - T.T.I., cabendo destacar:

    a) É vedado ao estagiário executar transações imobiliárias devendo apenas: "OBSERVAR E ACOMPANHAR" a prática dos atos profissionais conduzidos pelo corretor responsável, como forma de complementação da formação acadêmica-profissional, integrante do respectivo currículo.

    b) O Agente Imobiliário que utilizar o estagiário em desacordo com as normas, fica sujeito a autuação disciplinar, além de enquadramento pela Justiça do Trabalho por desvio de finalidade e utilização irregular de mão de obra;

    c) O estagiário que atuar em desacordo com as normas terá o seu registro "CANCELADO" e será autuado por EXERCÍCIO ILEGAL DA PROFISSÃO com todas as conseqüências legais previstas.

    d) O concedente do estagio que atuar em desacordo com as normas, fica sujeito a autuação e a sanção disciplinar com base na legislação vigente.

    Fonte: CRECI 12ª. Região 

    quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

    Corretor de imóveis: torne-se o melhor captador

    A captação de um imóvel é atualmente um grande desafio para os profissionais do mercado imobiliário. A atividade envolve a procura, a descoberta e a formalização da entrada de novos imóveis no rol de ofertas de uma imobiliária ou de um corretor de imóveis.

    Quem já passou pela experiência de fazer um trabalho inverso ao que é comum no seu dia a dia sabe o quanto é importante entender o processo da captação, pois o objetivo do corretor nessa situação não é vender um imóvel para o cliente e sim convencer um proprietário de que é o profissional capacitado para realizar a venda de um determinado empreendimento. Você concorda?
    mercado imobiliário possui particularidades que acabam por exigir maior empenho e dedicação dos profissionais que atuam na área. Diferente de uma loja em que o gerente, ao perceber a falta de uma mercadoria, logo liga para um fornecedor para repor o estoque, no segmento de imóveis não há essa facilidade. O corretor de imóveis não tem a sua disposição uma central de distribuição para a qual ele ligue e tenha prontamente 10 apartamentos de três quartos, por exemplo.
    Nosso segmento exige um rico banco de dados, pois se corretor não tem em sua carteira de empreendimentos um imóvel que atenda ao perfil do cliente, ele não tem o que oferecer.
    Por esta razão, resolvi refletir hoje sobre algumas dicas de como se tornar o melhor captador. O profissional que quer se destacar no mercado tem que saber transitar entre as diferentes áreas do setor de imóveis. Não basta apenas ser um bom vendedor, também é imprescindível saber captar, pois as chances de melhorar os seus resultados serão potencializadas.
    Atuamos em um mercado no qual lidamos a todo instante com pessoas e, diante desse cenário, saber estabelecer boas conexões é primordial. A construção de um bom relacionamento deve ser o primeiro objetivo dos profissionais da captação.
    O envolvimento do corretor que visa à captação com o proprietário de um imóvel deve estar baseado em uma relação de confiança, de conhecimento do mercado, de compromisso com a venda da unidade em questão. E isso requer persistência, paciência, dedicação e acima disso gostar do trabalho que se propõe a fazer, pois se o corretor não gostar de atuar nessa área, dificilmente terá o engajamento necessário.
    E uma das táticas que sempre usei ao longo da minha carreira para me tornar um melhor captador foi ter no porteiro dos prédios o meu maior parceiro e aliado.
    Este profissional muitas vezes conhece as pessoas que por ali circulam, participa da rotina desses proprietários e,normalmente, ouve os comentários de quem deseja vender uma unidade, seja naquele prédio ou em outros espaços.
    O porteiro até pode se tornar uma boa estratégia de divulgação para quem quer vender um imóvel, pois ele ocupa um local estratégico no qual se relaciona com muitas pessoas durante o dia. Daí a importância do corretor de imóveis construir um bom relacionamento com este profissional.
    Ir até eles, se apresentar, esclarecer quais são suas pretensões são algumas estratégias importantes, pois diante de situações de tanta insegurança é necessário estabelecer uma relação de confiança e até mesmo de cumplicidade com esses porteiros. Pense nisso!
    Além disso, outra tática é o mapeamento de regiões estratégicas para o público com o qual me relaciono. Ao levantar esses espaços, é interessante estar mais próximo desses locais a fim de identificar as possibilidades de captação.
    Por isso, é estratégico estabelecer conexões com os diferentes perfis do local como o dono do açougue, da farmácia, da padaria, entre outros. Essas pessoas conhecem as dinâmicas dos bairros e as pessoas que ali residem, e assim como os porteiros, acabam sendo fontes de informação sobre quem está querendo vender um imóvel.
    Ao se relacionar com esses diferentes atores, o corretor de imóveis acaba por se tornar uma referência em soluções imobiliárias para determinada comunidade, e essa comunidade, por consequência, se torna potencial catalisadora de novos negócios.
    É importante perceber que o bom captador deve trabalhar, sobretudo, com a perspectiva da captação para comercialização em exclusividade. Na maioria das vezes, os donos de imóvel têm a impressão de que, ao deixar o seu bem sob a responsabilidade de venda de vários profissionais, as chances de realizar o negócio serão mais ágeis.
    Entretanto, os corretores de imóveis diferenciados e profissionais entendem a importância da exclusividade e devem saber passar os diferenciais desse sistema durante o processo de captação. É fundamental lembrar aqui, que os órgãos reguladores da corretagem de imóveis, como os conselhos regionais e o conselho federal, defendem veementemente a venda em exclusividade.
    Para isso, é importante ser um eterno estudioso do mercado. O melhor captador é aquele que se antecipa às tendências porque está sempre atento às variáveis do segmento, tem as informações necessárias para sustentar suas argumentações e isso gera maior segurança e credibilidade para o corretor perante o prospect.
    Além disso, é fundamental que o corretor de imóveis explicite bem os benefícios em ter a venda do imóvel em exclusividade e nesse processo deve ser destacado o que a imobiliária ou o profissional independente tem de melhor para oferecer, quais são os seus recursos.
    Dentre eles, um dos argumentos mais importantes deve ser empenho da equipe em comercializar o mais rápido possível determinado imóvel, pois é isso que as pessoas querem quando optam por vender um bem.
    Além disso, é fundamental apresentar um planejamento para a divulgação do imóvel. O seu prospect precisa ter noção de quais ferramentas você dispõe, quais são as vantagens de estar presente nesses espaços, como você pretende trabalhar a divulgação em cada um deles.
    Diante das oportunidades geradas pela internet, é interessante explorar no planejamento de divulgação as oportunidades oferecidas por esse meio. Uma das ferramentas que utilizei bastante e que gerava grandes resultados era o tour virtual. Por ele, o comprador tem a chance de conhecer detalhadamente o empreendimento, o que reduz a necessidade de visita física ao local em função de uma melhor visualização.
    O tour virtual permite, por exemplo, que o cliente avalie melhor se tem ou não o desejo de adquirir determinado imóvel e só irá conhecer pessoalmente a unidade se realmente houver a chance de efetivar a compra.
    Alinhar junto ao proprietário do imóvel em captação os esquemas de controle e acompanhamento do processo de vendas, tais como: relatório de visita de compradores, dar feedback dessas visitas, combinar uma rotina de apresentação do imóvel para os corretores estratégicos da equipe de vendas para que esses possam construir os melhores argumentos para comercialização, são ações fundamentais para se tornar o melhor captador e passar confiança e segurança para o cliente.
    corretor de imóveis também deve saber avaliar o imóvel, entender de documentação, saber valorar o imóvel, tudo isso para prestar uma consultoria qualificada. Os donos dos imóveis, na maioria das vezes, sentem-se inseguros e procuram por profissionais que possam harmonizar esse desejo de venda.
    É fundamental deixar esses pontos bem alinhados junto aos proprietários do imóvel para que o processo ocorra de forma transparente, ética e segura. Esse tipo de cliente precisa ver no corretor de imóvel um parceiro de vendas, alguém que vai dar o seu melhor para alcançar um objetivo comum.
    Por fim, é importante lembrar aos amigos corretores que a captação de imóveis, além de enriquecer a sua carteira de ofertas de imóveis, é uma excelente oportunidade de melhorar os resultados financeiros dos profissionais da intermediação.
    Normalmente, quem capta um imóvel também recebe uma participação sobre a venda, mesmo que não tenha sido o responsável pela comercialização. O corretor se torna assim, um grande gerador de novos negócios e receitas.
    As dicas abordadas neste artigo são algumas das práticas que exercitei no meu dia a dia, e não tenho a pretensão de criar normas rígidas e sim compartilhar com meus colegas de profissão o que tem dado certo comigo. Essas reflexões podem e devem ser aprofundadas, adaptadas e aperfeiçoadas de acordo com a particularidade de cada profissional.
    Vamos construir juntos? Você já ousou captar algum imóvel ou ainda tem a sua atuação restrita à venda direta? Algumas das reflexões que propus já foram colocadas em prática na sua rotina de trabalho? Você já havia refletido sobre a importância da captação? Como tem sido a sua prática de captação? Compartilhe conosco suas experiências. Vamos juntos fazer um mercado imobiliário cada vez melhor.
    Já curtiu a nossa página fã? >> FB/guilhermemachado.blog Acompanhe todas as novidades sobre o mercado imobiliário, empreendedorismo e inovação.

    quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

    QUERO SER CORRETOR DE IMÓVEIS:DÁ PARA CONCILIAR DUAS PROFISSÕES?


    Em todos os nossos artigos faço questão de frisar a importância da sua participação para o aprofundamento da nossa reflexão. É com esta troca de experiências que nos fortalecemos e aprendemos cada vez mais. Por isso, quero começar o nosso post agradecendo pelo seu envolvimento em nosso blog, pelas suas sugestões, questionamentos e feedback.

    E o tema da nossa conversa de hoje é justamente fruto desta interação diária que mantemos com o mercado. É impressionante como tenho recebido cada vez mais e-mails e comentários de profissionais que querem investir na carreira de corretor de imóveis e que me perguntam se é possível conciliar a intermediação imobiliária com outra profissão ou se o mais indicado é abandonar o emprego e investir exclusivamente na carreira de corretor.
    É possível conciliar duas carreiras ou é melhor abandonar o emprego e investir exclusivamente na carreira de corretor?
    Os motivos deste questionamento são os mais diversos: a insegurança em relação ao mercado, a falta de conhecimento sobre o que, de fato, é ser um corretor de imóveis e como este trabalho é feito, o medo da instabilidade financeira ou até mesmo a especulação movida pelas manchetes de jornais que propagam a facilidade de receber gordas comissões.
    Para além das motivações, avalio que a pergunta do nosso post é desafiante, pois não estamos falando se podemos combinar xadrez com bolinhas amarelas, muito ao contrário, estamos falando de projeto de vida, de sonhos, de planejamento de futuro. Isso é muito sério, exige responsabilidade e maturidade.
    Portanto, sempre julgo pertinente deixar claro que a decisão de conciliar ou não a carreira de corretor com outra profissão deve ser pessoal e fruto de muita reflexão e análise. Sem conhecer intimamente a sua história, é arriscado mensurar se você tem ou não condições de trabalhar em duas funções diferentes ou, ainda, se você deve largar tudo para investir apenas no mercado imobiliário. Esta é uma resposta que você deve refletir.
    Porém, a experiência de quem já está no mercado imobiliário há mais de 15 anos me dá segurança e tranquilidade para lhe responder uma coisa: ser corretor de imóveis não é fácil. Ser corretor de imóveis vai além de apresentar um imóvel ao cliente. Ser corretor de imóveis vai além de plantões de finais de semana.
    Ser corretor de imóveis é muito mais do que ter uma despretensiosa flexibilidade de horário que nos faz supor que é possível “estar” corretor de imóveis a qualquer hora do dia. É necessário engajamento, planejamento, estudo do mercado, dedicação ao cliente e, acima de tudo, uma excelente gestão do tempo que lhe possibilite aprender algo novo a cada dia e colocar em prática o seu aprendizado.
    Um corretor de sucesso não “está” corretor de imóveis, ele “é” corretor de imóveis, convivendo com todas as alegrias e dificuldades da profissão. Um corretor de sucesso entende que para alcançar os seus resultados é preciso estar por inteiro no seu relacionamento com o cliente e com o mercado, que é preciso se envolver e ser envolvido.
    Sou corretor e tenho orgulho disso.
    Esta profissão trouxe e me traz muitas alegrias e realizações. Se você neste momento está pensando em investir na profissão e está em dúvida sobre ser possível ou indicado exercer a carreira de corretor de imóveis e ao mesmo tempo manter o seu emprego atual, eu sugiro que  reflita um pouco mais.
    Corretor de imóveis: vida de escolhas
    Analise os prós e contras desta decisão, pesquise mais sobre o mercado imobiliário, converse com outros corretores, pesquise sobre os cursos de formação para corretores e veja se a grade curricular é adequada ao seu perfil profissional. Converse com as pessoas que serão impactadas pela sua decisão. Só depois de uma análise crítica, consciente e madura, faça a sua escolha.
    Independente da sua escolha, desejo que você seja feliz e que tenha muito sucesso porque sucesso e felicidade são consequências das suas escolhas.
    Te vejo no pódio!
    Autor
    Guilherme Machado 

    Palestrante, Consultor e Coach. Especialista em Treinamentos Comportamentais com foco em resultado. Fundador e autor do blog guilhermemachado.com

    terça-feira, 10 de dezembro de 2013

    A importância da Fotografia no Mercado Imobiliário, Wilson Vieira precisamos de um curso especifico para a área!

    A importância da Fotografia no Mercado Imobiliário


    Convido você a pensar e responder no final de sua leitura: Como vender mais imóveis?
    Um possível cliente está decidido a comprar um imóvel. Dificilmente ele terá tempo e disposição
    para visitar sua imobiliária e ver todas as suas ofertas. Quem dera visitar presencialmente todos
    os imóveis disponíveis, certo? Ele buscará referências na internet, imagens e informações de
    como é o imóvel que ele deseja comprar. Somente então, ele decidirá visitá-lo, ou não.

    O processo da venda inicia, muitas vezes, a partir do contato do cliente com as imagens no site.
    Ou no de seus concorrentes. Lembre-se que esta busca muitas vezes começará sem você, amigo
    corretor! Atraia este novo negócio, fazendo com que seja através de suas imagens!
    Se já não fosse suficiente a quantidade de pessoas que vemos todos os dias conectadas com seus
    smartphones e tablets fazendo através deles quase tudo. Pesquisas comprovam que a internet é a
    forma mais utilizada por quem procura comprar, vender ou locar imóveis. Mais de 80% dos
    compradores buscam primeiro na internet estas referências. A compra pode ser decidida, por
    exemplo, antes de um jantar, no carro esperando o filho sair do colégio, no aeroporto, entre uma
    reunião de trabalho e outra.
    Imagine um casal de possíveis clientes conversando:
    ‘’ Amor, vamos olhar as fotos que o Corretor A nos enviou! Ele nos mandou o link de 10
    imóveis.’’ Em seu tablet, na sala de jantar, eles literalmente passam os dedos e olhares sobre as imagens e a esposa comenta:
    ‘’ Não gostei de nenhum! Peça para o Corretor nos enviar outras opções, enquanto isso, vamos
    olhar as fotos que o Corretor B mandou’’.
    Bom, nessa altura da leitura você já percebeu que para estes possíveis clientes, esses imóveis
    foram descartados. A venda não acontecerá e você não lucrará!
    # Veja estas imagens, disponíveis em imobiliárias do Brasil e responda:
    Você acha que elas ajudam ou prejudicam a venda de um imóvel ?

    É necessário sair da zona de conforto, pensar fora da caixa e não ficar esperando que o mercado
    melhore ou que o cliente lhe dê exclusividade. Quer vender mais imóveis? Oportunidades se
    criam e um bom profissional sabe bem fazer isso! Crie! Invista em uma capacitação de
    fotografia imobiliária e use a ferramenta mais poderosa para isso, aquela que pode encher os
    olhos de um cliente no primeiro contato: fotografias!

    Clique nas imagens para aumentar!

    Tenha em mente que a fotografia pode ser a porta de entrada ou de saída para um possível
    comprador. Ele decidirá, com ou sem a sua presença, se visitará o imóvel. Se ele não visitar, ela
    não comprará… Não de você, pelo menos! Capriche nas imagens de seus produtos, ofereça
    fotografias mais atrativas aos seus clientes! Invista um tempo para fotografar bem o imóvel e
    mostre que é um corretor diferenciado, que seus imóveis têm mais a oferecer! Em muitos casos,
    se for necessário, você mesmo terá que organizar / arrumar o imóvel. Verá também, que vale a
    pena e que a diferença visual é gigante!

    CORRETOR CUIDADOSO X CORRETOR APRESSADO  X

    Veja abaixo 03 valiosas DICAS que ajudarão você a como
    melhorar as fotos dos imóveis
    # Dica 01 – Iluminação
    Fotos escuras fazem o imóvel perder valor na percepção do cliente. Utilize sempre toda
    iluminação a seu favor, natural e artificial.
    De que forma? Abra todas as janelas e acenda todos os pontos de luz. Isto irá auxiliar você na
    tarefa de fotografar os ambientes internos.
    Lembre-se de duas coisas muito importantes:
    O sol é mais forte que qualquer luz artificial, portanto, evite fotografar contra ele. Evite também,
    fotografar ambientes externos como a fachada, entre 11h – 14h, pois o sol esta a pino e isso pode
    ocasionar sombras indesejadas em suas fotos.

    Iluminação Escura

    Iluminação Clara
     # Dica 02 – ISO:
    Você encontra facilmente este recurso no menu de sua câmera. Ele ajudará a potencializar a
    luminosidade de suas fotos. O chamado, ‘’valor do ISO’’, varia de câmera para câmera e pode
    iniciar em 50, por exemplo, e ir subindo para 400, 800, 2.000, etc. Em um ambiente interno,
    como um quarto, se utilizares o ISO mais baixo, a foto provavelmente ficará escura, com o ISO
    mais alto, a imagem ficará clara. Confira na prática:

    ISO 80

    ISO 400

    # Dica 03 – Regra dos 04 cantos:
    O ângulo que você deve fotografar qualquer cômodo, sempre será um dos cantos
    (arestas). Por isso, dê literalmente uma volta no ambiente antes de fotografá-lo. Conheça, veja e
    analise qual é o melhor ângulo.
    Para facilitar a sua vida neste momento, caro corretor, criamos a Regra dos 04 Cantos!

    Nossa intenção como empresa do setor imobiliário é sempre colaborar por um melhor ambiente
    de novos negócios, seja para o corretor, seja para o comprador.
    Caros leitores do Guru do Corretor, respondendo a pergunta inicial:
    Como vender mais imóveis?
    Investindo seu tempo em boas fotografias de imóveis! Acredite, você venderá mais.

    domingo, 1 de dezembro de 2013

    Corretores de Plantão - Veja como se preparar para alcançar o sucesso



    Como se tornar um corretor de sucesso? Conheça as estratégias sugeridas por especialistas para alcançar a excelência e a fidelização de clientes.


    No ano em que os corretores de imóveis brasileiros comemoraram o cinquetenário da legalização da profissão, um grande desafio se estabelece para a classe: como se destacar no mercado cada vez mais exigente? A questão ganha ainda mais relevância diante do aquecimento do setor imobiliário e de oportunidades trazidas pela Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas de 2016. Em um cenário competitivo, com aumento considerável de profissionais em atuação - em algumas regiões do Brasil, o crescimento chegou a 50%, nos últimos cinco anos – a profissionalização é requisito cada vez mais exigido. Agora, vender não é o bastante. É preciso atender com excelência e fidelizar clientes para se projetar no setor.

    Não existe, no entanto, uma fórmula pronta para alcançar este sucesso. Apesar da alta concorrência no mercado e de avanços no perfil do corretor na última década, a qualificação dos profissionais da área ainda é insatisfatória. É o que revela a pesquisa nacional do Sistema Cofeci-Creci que traça o perfil dos corretores de imóveis e imobiliárias, realizada este ano pelo Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Econômico e Social (IBDES). Segundo os dados, 34,6% dos profissionais concluíram o Ensino Médio e apenas 14,9% tem alguma especialização (pós-graduação, mestrado, doutorado).

    Para o diretor pedagógico do Sistema Cofeci-Creci, Oscar Hugo Guimarães, investir em conhecimento, através de cursos e palestras, é o primeiro passo rumo à excelência. “Todas as profissões estão procurando a qualificação e ela está diretamente ligada ao conhecimento. E quanto maior é o nível de escolaridade, maior é a chance de sobressair na profissão”, ensina. O diretor pedagógico acredita que a busca por capacitação requer ética, honestidade e o conhecimento da legislação que regulamenta os negócios no setor.

    Quem deseja estar bem preparado para intermediar transações imobiliárias pode ingressar no curso de ensino superior de Ciências Imobiliárias. Com duração de quatro anos, a graduação confere o diploma de bacharel e tem Administração, Matemática, Direito e Legislação, Economia e Estatística entre as principais disciplinas.

    Outras opções são os cursos técnicos de Gestão Imobiliária, que dura dois anos e é oferecido a distância, e Técnico em Transações Imobiliárias (TTI) - com duração de apenas um ano, é oferecido pelos conselhos regionais e é um pré-requisito para o credenciamento na entidade. Rápidos, ambos os cursos tem a proposta de capacitar o corretor para o planejamento, negociação e execução das vendas.

    Os Conselhos Regionais também oferecem cursos e palestras para os corretores de imóveis. O objetivo é ampliar o conhecimento do profissional para que este possa atuar de maneira consciente na intermediação de venda, compra, permuta e locação de imóveis - desde a entrevista com as partes envolvidas, até a reunião dos documentos necessários para a transação.

    Conhecer a legislação envolvida em uma determinada transação é responsabilidade do corretor. O seu papel é garantir a segurança do negócio, e ele precisa estar atualizado quanto às leis e emendas. “É como você dirigir e não conhecer a sinalização. Isso levaria a um acidente, com certeza. Assim é no mercado imobiliário: o desconhecimento da legislação coloca o cliente em risco”, afirma Oscar Hugo.

    Outro diferencial é o curso de línguas estrangeiras. Os eventos esportivos, que devem movimentar o país nos próximos anos – Copa do Mundo de 2014 e Olímpiadas de 2016 no Rio de Janeiro -, somados ao potencial de crescimento econômico do Brasil, transformaram o país em uma opção atrativa para os investidores estrangeiros. A habilidade de se comunicar em outros idiomas, principalmente inglês e espanhol, é a conexão entre os profissionais brasileiros e estes investidores.

    Mas o contrário também acontece. Oportunidades de adquirir imóveis no exterior, especialmente na Flórida, EUA, tem atraído os brasileiros devido à valorização do real e às baixas taxas de juros lá fora. “No mundo globalizado, a importância de um segundo idioma é fundamental para este tipo de negócio”, observa Oscar Hugo sobre a colocação dos brasileiros entre os 10 maiores compradores estrangeiros de imóveis nos EUA.

    Hoje, apenas 30% dos corretores afirma manter contato com investidores estrangeiros. Segundo a pesquisa do Sistema Cofeci – Creci, 60% dos corretores de imóveis credenciados dizem conhecer pelo menos uma língua estrangeira. A estatística é boa, mas pode melhorar.  O inglês é o idioma que lidera a lista. Já o domínio do espanhol e o francês ainda são privilégios de poucos – do total de profissionais que conhece uma língua estrangeira, 36,1% consegue escrever em espanhol, enquanto 14,8% compreendem o francês.

    O comportamento de um corretor também pode ser peça chave para conquistar a confiança do cliente. Pontualidade, comunicação, simpatia e segurança são características positivas. É preciso ter consciência dos pontos fortes de sua personalidade, e explorá-los a dispor do cliente. A preocupação em conhecer o perfil do futuro comprador é um diferencial.

    Fonte: Carole Lago - Revista Setor Imobiliário