terça-feira, 28 de agosto de 2012

ESTUDO DE VIABILIZAÇÃO IMOBILIÁRIA NA REGIÃO NORTE - PARTE 3ª.










Além da população que reside no local, há de se levar em consideração o número crescente de estudantes universitários, tanto na região quanto na cidade. Consideremos ainda o desenvolvimento da área comercial, prestadora de serviços e industrial que cresce em conjunto com a residencial.

População em dados atualizados
A população estimada só na Região Norte  da cidade é de + 110.000 habitantes.
Considerando que a região metropolitana de Londrina conta com 771.601 habitantes.
Deste modo tem-se, num raio de 100 km, 2.000.000 de habitantes e em um raio de 200 km, 4.000.000 habitantes, o que é um número bastante expressivo.


Zoneamento
O zoneamento da região permite o uso tanto para habitações quanto para finalidades comerciais das mais variadas.
Além disso, a região já possui toda infra-estrutura como redes de água e esgoto, energia elétrica em tudo sua extensão, bem como cobertura de telefonia e internet, sem contar o farto sistema viário de diferentes regiões da cidade, como também os das cidades próximas.. 

Vizinhança
Na região existem comércios, indústrias, terminais de carga, distribuidoras (pequena a grande porte). Há também  prédios populares em edificações.

Segurança

Não há na região ocorrências importantes. Considerada uma região tranqüila.
Com batalha do Corpo  de Bombeiros,  4ª Cia da Policia Militar e ronda efetuada pela Garda Municipal.

Sugestões

Segue abaixo algumas sugestões para o empreendimento, tanto no quesito moradia, como destinações comerciais, dentre outras.

Área Residencial
Torres Residenciais condizentes com o programa “Minha casa minha Vida” da Caixa Econômica Federal.
Teria por finalidade se enquadrar a um nicho de mercado não muito explorado, dentro de um perfil popular com apartamentos de 2 dormitórios, abarcando as classes ‘C’, ‘D’ e ‘E’.
Além disso, poder-se-ia optar por um Condomínio Fechado com sobrados de 3 dormitórios, suíte, churrasqueira  individual e área de lazer comum.
Os apartamentos com 2 dormitórios por se tratar do programa “Minha casa minha vida” que impõe alguns parâmetros conseqüentemente terá seu valor máximo de   R$ 80.000,00
Quanto ao Condomínio Fechado, com base em nossas pesquisas e conhecimento de mercado sugerimos os valores de R$ 100.000,00 a R$ 180.000,00.
Loteamento aberto com terrenos de 250 mt²

Área Comercial:
No quesito área comercial pode-se trabalhar com vários conceitos e direcionamentos diversos. As sugestões que aqui se fazem são de farmácias, pequenas lojas típicas de bairros, etc.
Pode-se também desenvolver a idéia no sentido de um Mini Shopping  possuindo como ancora um Super Mercado.


Por que Saul Elkind ?

Na última década, principal avenida da zona norte sofreu mudanças no perfil; o velho comércio de bairro vem assumindo características semelhantes ao do centro da cidade
Comprar um terreno na Avenida Saul Elkind, principal centro comercial da zona norte é uma tarefa que consome cada vez mais tempo e dinheiro. Um trecho de cerca de três quilômetros na avenida de oito quilômetros tornou-se um dos pontos mais valorizados da cidade. Um terreno na área mais disputada desse “centro nervoso” chega a custar R$ 1.500,00  o metro quadrado. Para se ter idéia, o metro quadrado na recém-concluída avenida Ayrton Senna, na Gleba Palhano (zona sul), custa em torno de R$ 1.500,00 e na Rua Mato Grosso (centro), entre as ruas Borba Gato e Paes Leme, R$ 750,00.
 “Hoje eu são poucos terrenos à venda, os proprietários estão preferindo construírem com locações especificas e já contratadas. 
Uma das causas para a supervalorização dos terrenos dessa área, chamada de “centrinho”, é que o perfil na avenida mudou muito na última década, de uma característica de comércio de bairro, para se tornar semelhante ao centro da cidade. Hoje a avenida conta com agências bancárias e lojas de grandes redes, e um mercado consumidor invejável – a avenida é cercada pelos conjuntos habitacionais Violin, Maria Cecília e Itapuã. “A Móveis Brasília foi a primeira loja a abrir uma unidade na avenida, e foi seguida por Caixa Econômica Federal, Super Muffato, houve uma sucessão de empreendimentos, as lojas melhoraram de padrão”, afirmam os especialistas imobiliários.
“É uma cidade dentro da cidade. São 150 mil habitantes na zona norte, das classes B, C ,D e E que tiveram grande inserção no mercado nos últimos anos”, afirma um grande empresário da construção civil, que tem empreendimentos residenciais e comerciais na região. Considerando  ainda 30 mil pessoas que moram na região do Jardim Leonor (zona oeste) e adjacências, e também são potenciais consumidores da zona norte, sem contar com a construção de conglomerado do programa PAC II com no mínimo 15.000 habitantes. Novos .empreendimentos como Padovani, Gold Farb,  lançamentos de loteamentos Santa Alice e recentemente a noticia de prédio da Construtora Yticon.
 Sem duvida nenhuma os  os terrenos devem se valorizar ainda mais, já que há demanda por determinados tipos de serviço e lazer ainda não oferecidos na Saul Elkind.
“É o único eixo comercial em uma região de grande adensamento populacional e o preço dos terrenos já se igualou ao de áreas centrais. Acreditamos  que a duplicação da rodovia [Carlos João Strass] facilitou o acesso e por isso incentivou novos empreendimentos não só na Saul Elkind, mas na região”, ponderou o imobiliarista Abílio Medeiros, em relação à obra, concluída em 2006. Ele lembrou, porém, que a Saul Elkind não é exceção, porque há outros centros comerciais em Londrina que se fixaram fora do centro, como as avenidas Madre Leonia Milito (zona sul) e Maringá (região central).

Sucesso dos grandes empreendimentos.

Atualmente estão em pleno funionamento  na avenida Saul Elkind a loja atacadista Maxxi, da rede Wal Mart, e o Planet Shopping, com  172 lojas desenvolvendo um bom trabalho junto a  concentração populacional da zona norte. A justificativa do Wal Mart para a escolha do local é a presença de revendedores, como mercadinhos, e transformadores como lanchonetes – foram investidos R$ 40 milhões. Outro empreendimento de porte que está sendo construído na região norte, a cerca de cinco quilômetros da Avenida Saul Elkind, e que se beneficia das melhorias na rodovia Carlos João Strass é o Londrina Norte Shopping. Este empreendimento em execução é do Grupo Catuaí, terá 183 lojas e deve ser entregue no final de 2012.

Barbosa Neto prestigiou a cerimônia que marcou a retomada das obras do empreendimento; investimento chega a R$ 780 milhões
O Grupo Catuaí, em entrevista coletiva que contou com a presença do prefeito Barbosa Neto, anunciou hoje (18) a retomada e o calendário de obras para a construção do shopping Londrina Norte. O empreendimento abrange uma área total de 2.100 m², e vai incluir, além do shopping center, um complexo residencial, comercial e Centro Médico e Odontológico. O investimento da construção totaliza R$ 780 milhões, provenientes tanto do Grupo Catuaí quanto da loteadora Lotpar.
Sob a responsabilidade do Grupo Catuaí estão o Londrina Norte Shopping e dez edifícios comerciais e residenciais. Outros dez edifícios serão viabilizados pela Lotpar. Além de residências, alguns edifícios estarão disponíveis para abrigar os mais diversos serviços, como escritórios de advocacia e contabilidade, salões de beleza, além de um complexo médico e odontológico, que visa levar atendimento de qualidade para a região norte da cidade.
De acordo com a diretoria do grupo Catuaí, há cerca de 40 dias as obras de terraplanagem do terreno foram retomadas, depois de terem sido suspensas por cerca de dois anos, por causa da crise econômica. Agora, as negociações com os clientes foram reativadas, e o grupo pretende finalizar toda a terraplanagem em até 60 dias. Após essa etapa, as obras de construção do complexo serão iniciadas imediatamente.
O prefeito Barbosa Neto fez uso da palavra durante a cerimônia para exaltar a iniciativa do grupo empresarial em oferecer um complexo comercial para a região norte. "É preciso parabenizar o grupo Catuaí pelo investimento na cidade. Na região norte, hoje, existem cerca de 160 mil habitantes. Em dois anos, a maior praça em construção do Brasil do programa Minha Casa, Minha Vida, que está na zona norte de Londrina, estará pronta, e significará um aumento na população da região de até 40 mil habitantes. Serão 200 mil pessoas beneficiadas por este empreendimento", calculou o prefeito.
O prefeito comentou ainda o papel da Prefeitura na viabilização do projeto. "Para poder atrair investimentos como esse, a administração pública precisa visar a desburocratização, principalmente. As exigências ambientais e legais são necessárias, porém extremamente burocráticas. É preciso fazer com que a Prefeitura esteja imbuída de espírito empreendedor, e na área de inovação estamos vendo isso, a cidade está aberta, e não refratária a investimentos, como acontecia no passado", declarou Barbosa Neto.
O diretor do Grupo Catuaí, Alfredo Khouri, destacou que o grupo deseja focar investimentos na região norte para suprir as necessidades da população local. "Estamos voltando o empreendimento principalmente para as classes B e C, que nos últimos anos tiveram um grande avanço no poder aquisitivo. É uma classe forte, trabalhadora, que impulsiona o comércio da cidade, mas ainda é carente de infra-estrutura adequada para a região", afirmou o diretor.
"Hoje, se os moradores da região norte precisam de um médico, por exemplo, eles têm de se dirigir ao centro. A Zona Norte está esquecida, e não pela cidade, mas pelos próprios empresários. Não se vêem muitos prédios na zona norte, por exemplo, com altura superior a quatro pavimentos. Vamos oferecer uma excelente opção de moradia, ao lado de empreendimentos médicos e comerciais, bem localizados", completou Khouri.
Londrina Norte Shopping
O shopping vai contar com investimento de R$ 180 milhões, e vai gerar, ao longo da construção, de 800 a mil empregos diretos. Após a inauguração, que está prevista para o segundo semestre de 2012, serão gerados 2 mil empregos diretos. De acordo com o diretor do Grupo Catuaí, Alfredo Khouri, todos os espaços da fachada do shopping serão dedicados à prestação de serviços. A arquitetura interna do local seguirá o acabamento que foi implantado na expansão do shopping Catuaí.
O complexo está localizado entre as avenidas Carlos Strauss e Henrique Mansano, com grande visibilidade e fácil acesso, contando com escolas, terminal de ônibus, estádio e autódromo em seu entorno, que geram grande fluxo de pessoas. O shopping tem a expectativa de atender 500 mil pessoas por mês, e vai oferecer ambiente climatizado, horário de funcionamento ampliado, estacionamento monitorado e segurança.
O empreendimento contará com um hipermercado, 10 lojas âncoras/semi-âncoras, 14 lojas médias, 104 lojas satélites, 16 lojas de serviço, 02 restaurantes, 20 fast-food, um centro de diversões, seis salas de cinema e 1600 vagas de estacionamento. Sua área total será de 48 mil m², sendo 1,3 mil m² de Área Bruta Locável, abrigando 169 lojas.
As lojas âncoras e semi-âncoras com contratos já fechados são: Riachuelo, Lojas Havan, Centauro, Ponto Frio, Marisa, Magazine Luiza, Móveis Brasília, Ri-Happy Brinquedos, Show Play, Mc Donald's, Burguer King e Cine Araujo.
O projeto arquitetônico do shopping, desenvolvido por Carlos Domingos, atende ao conceito de Green Building (construção verde). O foco do projeto foi a sustentabilidade, com plantas construtivas abertas e planas para melhor aproveitamento de iluminação natural. Entre as iniciativas planejadas pelo grupo, está o aproveitamento de água da chuva, que será coletada em bacias metálicas, e a utilização de ar condicionado de grande eficiência energética.
Números do empreendimento
Área total do terreno: 210 mil metros quadrados
Localização: Avenida Carlos Strass com Avenida Henrique Mansano, na Região Norte de Londrina.
Shopping Londrina Norte
Investimento: R$ 180 milhões
Área total: 48.389, 97 metros quadrados
ABL: 31.345,34 metros quadrados
Total de Lojas: 169 lojas
Geração de empregos: 2.000, quando em funcionamento; 1.000 durante a obra
Complexo residencial e comercial
Investimento: R$ 600 milhões
Total de Edifícios: 20




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