quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

PORTAL DAS TORRES SUCESSO ABSOLUTO DE VENDAS !

Venham conhecer nosso empreendimento, apresentação do decorado e condições de negociações!






TORRE I, EM FASE DE ACABAMENTO ENTREGA ATÉ 30 DE JUNHO 2013.

PLANTÃO: FONE (43) 3357-3311

domingo, 20 de janeiro de 2013

LANÇAMENTO RESIDENCIAL PORTAL DAS TORRES!





PORTAL DAS TORRES!

PLANTÕES TODOS OS DIAS.


LIBERADA TABELA DE PREÇOS E VISITAS AO DECORADO.

ESTAMOS ATENDENDO TODOS OS DIAS EM NOSSO PLANTÃO FONE 43 3357- 3311

Endereço: Rua Sidrak Silva Filho, 175 - Portal dos Ramos – Cep: 86073-510 - Londrina - Pr



CORRETORES:

Clovis    (43) 9191-8565
Geraldo (43) 8828-9362
Jussan  (43) 8828-9352
Renato  (43) 9125-5582
Claudio  (43) 9800-0202
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domingo, 13 de janeiro de 2013

Brasileiro acha imóvel mais barato em Miami que no litoral de São Paulo

Valorização nos preços no mercado nacional e desvalorização do dólar têm atraído cada vez mais brasileiros para comprar no exterior
                                      
Miami - A crescente valorização no preço dos imóveis no Brasil que, de acordo com pesquisa do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP), atingiu até 269% de janeiro a dezembro de 2010 em regiões de São Paulo, e a desvalorização do dólar ante o real têm atraído cada vez mais brasileirospara comprar no exterior. Em alguns casos, como a cidade de Miami, o metro quadrado dos imóveis chegam a custar menos que a metade do preço em praias do litoral paulista.

Embora não haja dados compilados, os corretores afirmam que a procura aumentou. “No começo de 2010, tinha em torno de uma ou duas ligações por semana no escritório. Hoje são de oito a dez ligações de pessoas que encaminhamos para o escritório de Miami”, afirmou o diretor da corretora de Imóveis Sotheby’s Celso Pinto.

“Há 15 anos houve uma procura grande, mas hoje é a maior penetração que o brasileiro já teve no mercado da Flórida. Quarenta e cinco por cento da venda dos imóveis são para brasileiros”, disse Hellô Campos, corretora que atua em Miami.

Ela acrescenta ainda que nos EUA há um terceiro fator de incentivo para adquirir imóveis, a queda nos preços. “A crise (financeira de 2008) quebrou o mercado imobiliário totalmente, os bancos tomaram de volta os projetos, que sofreram reduções de 40% a 50% no valor”, afirmou.
Além do fato de ser um centro de compras, Miami lidera a lista de cidades mais procuradas por cidadãos brasileiros exatamente por já abrigar muitos deles. “Os brasileiros preferem estar juntos. Assim, o condomínio já tem um ritmo brasileiro de administração, de oferecer os serviços”, argumentou Celso Pinto.

De olho nessas possibilidades, uma economista brasileira, que prefere o anonimato, comprou um apartamento novo em Miami por US$ 250 mil, para investimento. Segundo ela, a facilidade de se conseguir inquilinos possibilita o financiamento que, para estrangeiros, pode chegar a até 70% do valor do imóvel, com taxa de 5% ao ano e prazo de 30 anos para pagar.

“O aluguel praticamente cobre os custos e não corro o risco da variação cambial (alugando o imóvel)”, afirmou a economista, que gasta cerca de US$ 1,7 mil por mês para manter o imóvel. A brasileira quer esperar a valorização do apartamento e alta do dólar para vendê-lo no futuro.

Com o mesmo pensamento, um advogado de Belo Horizonte que também não quis se identificar, trocou o investimento que tinha em um apartamento no Brasil por outro em Miami. “Vendi na alta no Brasil e comprei na baixa lá (nos EUA)”, disse ele, acrescentando que o valor de seu apartamento no Brasil era de US$ 7 mil por metro quadrado, enquanto que o recém-comprado custou US$ 5,5 mil por metros quadrados, com uma infraestrutura melhor.

O advogado quer alugar o apartamento por dois anos e depois vender. “Hoje em Miami não tem uma obra iniciando. Uma hora os preços vão aumentar pela falta de imóvel. Tenho a impressão de que isso já está começando”, alertou.

Proximidade e qualidade de vida

Embora não haja um perfil do comprador brasileiro no exterior, o diretor da Sotheby’s afirmou que normalmente são empresários, executivos e comerciantes, moradores de cidades com voos diretos para EUA, dispostos a pagar entre US$ 300 mil a US$ 700 mil – variação média dos imóveis buscados.

Os valores, segundo ele, ficam abaixo dos verificados em alguns locais no Brasil, como em Juquehy e na Riviera de São Lourenço, onde o imóvel usado custa em média US$ 6 mil por metro quadrado, contra cerca de US$ 2,5 mil por metro quadrado de um similar em Miami. No entanto, Celso lembra que os custos de manutenção normalmente são mais altos, mas que não atrapalham o negócio.

Apesar de os imóveis de Miami serem os mais procurados, casas e apartamentos em países da Europa e América do Sul também são buscados, sobretudo para servir de moradia. “A maioria dos países tem uma desvalorização imobiliária, como Espanha, Argentina, França e Uruguai”, disse Celso Pinto. No Uruguai, por exemplo, além do preço baixo dos imóveis, outro atrativo é a possibilidade de estar próximo ao Brasil.

A corretora Jussara Fagundes, da imobiliária Corretores Associados em Curitiba, afirmou que os EUA perdem para a América do Sul como principal destino de seus clientes. “Buscam mais qualidade de vida. Eles têm medo de sequestro” justifica, acrescentando, inclusive, que há a procura por fazendas com terras férteis no Uruguai.

Fonte: O Dia  

Brasil deve se tornar líder entre estrangeiros no mercado imobiliário de Miami

Depois de invadirem os shoppings centers, brasileiros estão perto de dominar as compras de casas e apartamentos para moradia, lazer ou investimento

Não é de hoje que o os brasileiros vão às compras nos Estados Unidos. Essa voracidade de consumo, no entanto, extrapolou os "outlets" e shopping centers e chegou ao mercado habitacional – num fenômeno que nem a valorização de 8,85% do dólar sobre o real em 2012 conseguiu intimidar. Ante os elevados preços no Brasil e a concomitante diminuição dos valores nos EUA, muitos brasileiros passaram a adquirir imóveis em seus destinos preferidos, como o estado da Flórida. Eles não querem só morar ou passar férias, mas também vêm no setor imobiliário uma alternativa de investimento. A expectativa de consultores e corretores locais é que a participação dos brasileiros no número de casas e apartamentos comprados por estrangeiros em Miami-Dade – condado onde está localizada a cidade de Miami – volte a crescer neste ano após ter subido 30% em 2011. Neste ritmo, os clientes do país ultrapassarão os venezuelanos no ranking de estrangeiros que mais adquirem imóveis na região.

De acordo com a Miami Association of Realtors (a associação dos corretores da cidade), os brasileiros respondiam, no fim do ano passado, por 12% de todo o mercado imobiliário de Miami, contra 15% dos cidadãos da Venezuela. Em 2010, os países tinham participações de 9% e 28%, respectivamente. “O interesse dos brasileiros por imóveis na região segue alta, ao passo que os venezuelanos estão comprando menos do que antes. É que eles já fizeram muitos negócios em anos anteriores, quando os mais ricos tiveram de fugir da crise política de Hugo Chávez”, explica Antônio Conde, diretor de comercialização e marketing do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP).

Ainda segundo a associação, em levantamento feito em novembro, os brasileiros já eram indicados como líderes entre os estrangeiros nas compras de imóveis acima de 1 milhão de dólares. O estudo apontava também a expectativa de que eles encabeçariam o ranking de casas na faixa intermediária de preços, de 250 mil a 500 mil dólares. "Com o poder de compra dos americanos em baixa, as corretores e associações locais viram nos estrangeiros, especialmente os brasileiros, um mercado consumidor promissor", diz Conde. Ele acrescenta que as associações e corretoras locais estão investindo na disseminação de informações sobre os trâmites legais para realização desse tipo de negócio com o intuito de atrair mais interessados.

O brasileiro Leo Ickowicz, presidente da Elite International Realty, imobiliária sediada em Miami, comenta que o interesse por imóveis na cidade ganhou forte impulso graças à queda dos preços decorrente do estouro da bolha imobiliária do país em 2008. Na época, os preços despencaram, em média, 40%. Hoje, a diferença é 30 pontos porcentuais menor. “Apesar de os preços terem subido nos últimos anos e se encontrarem por volta de 10% abaixo do valor pré-crise, os brasileiros ainda procuram a cidade”, diz. Ickowicz explica que, ao contrário do que se viu entre o final da década de 1990 e 2008, quando a compra de imóveis visava, sobretudo, a especulação; os brasileiros agora almejam a aquisição de um imóvel para moradia, lazer ou até investimento.

 Perfis – O empresário explica que há três perfis principais de compradores brasileiros em Miami: os que adquirem imóveis para alugar e costumam gastar entre 250 mil e 300 mil dólares em um apartamento de 80 a 90 metros quadrados (perfil que corresponde a 40% das compras de brasileiros em sua imobiliária); aqueles que usam esporadicamente esses bens para lazer e pagam entre 300 mil e 1 milhão de dólares em residências de 140 a 150 metros quadrados (30% dos clientes da corretora); e os que pagam mais de 1 milhão de dólares por 500 metros quadrados para morarem por alguns meses (geralmente empresários ou aposentados).

Segundo Ickowicz, muitos integrantes desta faixa de clientes brasileiros que mais gastam em imóveis na cidade – geralmente empresários bem-sucedidos e aposentados ricos que compram casas e apartamentos à beira da praia e vivem na ponte aérea Brasil-EUA – estão descobrindo outro nicho do mercado imobiliário local: os imóveis comerciais, que oferecem taxa média de rendimento de cerca de 7% ano. “Ele não precisa trazer dinheiro do Brasil. Ele vem aqui, investe num imóvel comercial e o dinheiro que ganha ele já gasta aqui”, afirma.

Entre os lugares preferidos dos brasileiros está o bairro de Aventura, tradicional centro de compras de Miami, com vários shoppings centers, área verde, nível de segurança considerado bom e ainda com preços de imóveis menores que os da beira-mar.

Por: Naiara Infante Bertão e Talita Fernandes

Fonte: Veja 

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Folha de Londrina e Portal das Torres.




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PLANTÕES TODOS OS DIAS. ESTAMOS ATENDENDO TODOS OS DIAS EM NOSSO 

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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

EQUIPE DE VENDA, PORTAL DAS TORRES!

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terça-feira, 8 de janeiro de 2013

PORTAL DAS TORRES NOTÍCIAS DE 09 DE JANEIRO 2013.






















NOTÍCIAS E CONTATOS: 



19/01/13 – PLANO DE AÇÃO: Faremos visita às empresas do bairro, fazendo a apresentação pessoal e do Empreendimento divulgando algumas informações e travando conhecimento com a comunidade.

19/01/13 – PLANO DE AÇÃO: Faremos visita às empresas do bairro, fazendo a apresentação pessoal e do Empreendimento divulgando algumas informações e travando conhecimento com a comunidade.
Nesta oportunidade poderem criar PVs ( Pontos de Vendas), onde deixaremos folders e faremos as reposições criando desta forma um vínculo com o empresário.

20/01/13 – Teremos todas as informações e material para comercialização do empreendimento, tais como:

1.      Tabelas
2.      Propostas
3.      Minutas de Contrato
4.      Memorial descritivo
5.      Cronograma de construção e entrega por Blocos.

21/01/13 – Pré Lançamento, onde entraremos em contato com os clientes já cadastrados e faremos o convite para conhecerem o decorado e fazerem a reserva e proposta da unidade desejada.

31/01/13 – Lançamento oficial do Empreendimento,  inclusive com o apoio da mídia escrita, televisiva e outros dentro da necessidade./
A partir de 01/02/13 – Visitas às empresas contatando os RHs, para divulgação de nossos empreendimentos corretor e gerente. 
          
  Chico Limoli, 07/01/13



NOTÍCIAS 09 DE JANEIRO 2013.


  • Paisagismo: Escavação e implantação das palmeiras imperiais (6) seis na entrada do empreendimento.
  • Páreo: Colocação e assentamento de Pavers na cor natural com ótimo rendimento.


  • Torres 2-3 e 4 adiantado estado de  acabamento com colocação de gesso. 
  • Chumbamento e colocação dos portões frontal e lateral.
  • Outros serviços de ordem construtiva. 
       

PLANTÃO TODOS OS DIAS!


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sábado, 5 de janeiro de 2013

Artigo que trata da atividade de Corretor de Imóveis sofre alteração


Artigo que trata da atividade de Corretor de Imóveis sofre alteração


TEXTO ANTIGO:

CC. Art. 723. O corretor é obrigado a executar a mediação com a diligência e prudência que o negócio requer, prestando ao cliente, espontaneamente, todas as informações sobre o andamento dos negócios; deve, ainda, sob pena de responder por perdas e danos, prestar ao cliente todos os esclarecimentos que estiverem ao seu alcance, acerca da segurança ou risco do negócio, das alterações de valores e do mais que possa influir nos resultados da incumbência.

NOVO TEXTO
CC. Art. 723.  O corretor é obrigado a executar a mediação com diligência e prudência, e a prestar ao cliente, espontaneamente, todas as informações sobre o andamento do negócio. (Redação dada pela Lei nº 12.236, de 2010) 
Parágrafo único. Sob pena de responder por perdas e danos, o corretor prestará ao cliente todos os esclarecimentos acerca da segurança ou do risco do negócio, das alterações de valores e de outros fatores que possam influir nos resultados da incumbência. (Incluído pela Lei nº 12.236, de 2010).

           "A mudança foi discreta, mas pode-se retirar da sua análise algumas repercussões práticas. A obrigação do Corretor de prestar os esclarecimentos, limitava-se àqueles ao seu alcance. E aqui, entra uma interpretação extremamente subjetiva. Quais as informações tidas como “ao alcance” do Corretor?

            Seriam aquelas disponibilizadas nos registros e demais arquivos públicos abertos aos interessados em geral, ou se limitava às informações e documentos oferecidos pelo contratante? E neste foco, cada caso, se poderia encontrar uma avaliação diferente dada pelo interprete da Lei.

            Agora, esta possibilidade parece mais distante. O novo texto da Lei, já não limita a responsabilidade do corretor às informações colocadas ao seu alcance. Deverá o corretor prestar todas as informações inerentes ao negócio, pura e simplesmente.

            Então,  o corretor deverá ter uma postura mais diligente, buscando as informações nos registros públicos e demais arquivos acessíveis, independentemente de comando do seu cliente para apurar os fatos e analisá-los segundo as normas aplicáveis.

           Quando se traz o texto legal para a especificidade da corretagem imobiliária, cada vez mais necessário se faz a profissionalização do corretor, que deve buscar de forma incansável a atualização das ciências que têm direta ou indiretamente aplicação ao seu ramo. 
-- 
Nassib Raduan Sahyun
Gestor de Negócios Imobiliários
Te.l: (43) 9117-40549(VIVO) , (43) 9684-2715 (TIM)https://sites.google.com/site/nassibsahyun/

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Confira 10 dicas para não errar na compra da sua casa


Planejamento financeiro é fundamental ao adquirir uma casa ou apartamento


por Olívia Caires | Fonte: ZAP Imóveis Comentar

Veja se a metragem do imóvel é apropriada para a sua família (Fotos: Thinkstock)
As 10 dicas mais importantes para não errar na compra do seu imóvel estão aqui. Escolher seu lar é uma decisão muito importante e requer alguns cuidados para que não haja frustrações ao assinar o negócio. Não basta somente se encantar pelo primeiro apartamento ou casa que visitar. É preciso pesquisar, comparar e preparar o bolso para os pagamentos (entrada, financiamento e taxas com documentação). Pensando nisso, o ZAP Imóveis consultou o Secovi-SP (Sindicato da Habitação) para conseguir as 10 principais dicas para não errar na hora de comprar um imóvel. Confira:

1) Avalie qual é o seu orçamento e o valor que poderá pagar no imóvel.

2) Decida qual tipo de imóvel pretende adquirir: usado ou novo. Tenha em mente qual a metragem apropriada para a sua família, quantas vagas de garagem precisa, se quer casa ou apartamento. Caso tenha que pagar condomínio, estabeleça qual o valor que está dentro do seu orçamento;

3) Faça suas contas e analise se vai pagar à vista, parcelado para a construtora durante as obras ou financiar com o banco. Você pode utilizar recursos do FGTS ou, se tiver um bem que possa ser vendido (como um carro), pode utilizar o dinheiro da venda como entrada;

4) Analise bem a infraestrutura disponível na região que estiver interesse. É importante visitar o empreendimento durante o dia e à noite;

5) Caso opte por um imóvel usado, seja firme com o corretor em relação ao que espera do imóvel e peça informações a respeito antes de marcar a visita, para evitar perder tempo. Dê preferência ao profissional que realmente conhece o imóvel;

6) Se o empreendimento for novo ou na planta, o valor da comissão é cobrado separadamente. Se for usado, quem paga é o vendedor, mas você terá que pagar a comissão proporcional ao valor do seu imóvel, dado como parte do pagamento. Deixe que o corretor negocie e não se envolva emocionalmente com o dono;

7) Evite fazer propostas absurdas. Se o vendedor aceitar descontos elevados, pode ser sinal de que há algo errado. Certifique-se do que está e do que não está incluído no valor e converse abertamente. Leve os documentos do imóvel e do proprietário para seu advogado de confiança;

8) Pesquise sobre a construtora/incorporadora antes de comprar um imóvel na planta. Visite uma obra já entregue por ela e peça cópia do registro da incorporação ao corretor antes de assinar o contrato. Acompanhe o andamento das obras;

Planejamento é fundamental
9) As prestações podem ter valores diferentes. Até a entrega das chaves, o saldo devedor é corrigido mensalmente pelo Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) ou Custo Unitário Básico da Construção Civil (CUB). Após a entrega, você pode quitar a dívida, usar os recursos do FGTS para amortizar parte do valor (caso seja seu primeiro imóvel) e financiar o restante com o banco. O mercado oferece taxas atrativas e prazos longos. Programe-se para que a parcela caiba no seu bolso;

10) Faça uma reserva financeira, pois é preciso pagar o Imposto sobre transmissão de bens imóveis (ITBI) à Prefeitura e as taxas de registro cartorárias, que somam aproximadamente 4% do valor do imóvel. Mesmo que não tenha contratado financiamento, não deixe de registrar sua escritura no Registro de Imóveis.