quinta-feira, 30 de maio de 2013

BR House realiza ação de endomarketing

Com o objetivo de fortalecer a marca para os colaboradores da empresa, apresentando os valores institucionais de forma lúdica, para fácil compreensão e aplicação diária, a imobiliária BR House lançou uma nova campanha de endomarketing para seus colaboradores. O conceito da campanha –“Desenvolvendo os poderes – A hora da batalha” – busca apresentar ao público os sete valores da empresa, criando assim uma ligação entre os poderes de cada herói com os valores empresariais.

A campanha que teve início em março, segue até o fim de novembro, totalizando nove meses de duração, divididos em três fases: lançamento, desenvolvimento e encerramento. Na fase de lançamento, foi apresentado um teaser para atrair a curiosidade do público interno. Durante os sete meses de desenvolvimento, a BR House abordará isoladamente o desenvolvimento de cada “super valor”: Gente, Cliente, Foco, Excelência, Felicidade, Ética e Meritocracia.

Para promover o valor Gente, durante o mês de abril, a campanha ressaltou a importância de cada colaborador, utilizando a imagem de cada um deles remetendo ao mote “GENTE QUE FAZ ACONTECER” em peças espalhadas em cada uma das unidades de negócio.  Confira algumas peças abaixo:



sábado, 18 de maio de 2013

Primeiro bairro planejado, vanguarda imobiliária!

Cello, bingoooooooooooo!!!!!!!!!!!!!

Primeiro bairro planejado

O empresário Juliano Maran estará em Londrina na próxima semana para o lançamento do novo empreendimento da Incorporadora Paranaense Paysage Imóveis Diferenciados, empresa que está há 19 anos no mercado e com 36 empreendimentos entregues no Sul do país. O grupo trará grande novidade para o setor imobiliário local, que se trata do primeiro bairro planejando de Londrina e que contará com terrenos em condomínio fechado e lotes abertos para a rua. A comercialização será do expert Raul Fulgêncio e certamente valorizará ainda mais a região Leste da cidade, que há poucos dias festejou a abertura do Shopping Bouvleard

domingo, 5 de maio de 2013

CINCO EMPRESAS DO MERCADO IMOBILIÁRIO CORREM O RISCO DE TER PROBLEMAS DE LIQUIDEZ


Segundo a agência de classificação de risco Moodys, Brookfield, Even, PDG, Rossi Residencial e Viver podem não pagar suas dívidas nos próximos anos.

A agência de classificação de risco Moody's publicou nesta terça-feira (30) um novo relatório com as empresas em situação mais delicada com relação a capacidade de pagar suas dívidas no Brasil nos próximos anos. Das nove empresas citadas, cinco são do mercado imobiliário.

A liquidez das empresas brasileiras não financeiras teve uma pequena melhora no ano passado, diz a Moody's Investors Service em um novo relatório. Cerca de 57% das empresas com rating da Moody's B3 ou acima disso tiveram risco de liquidez baixo ou médio no fim de 2012, comparadas com 52% no ano anterior. Essas empresas agora têm liquidez suficiente para cobrir pelo menos 150% da dívida com vencimento nos próximos 12 meses.

"Diante do fraco desempenho dos resultados do ano passado, a maioria das empresas administrou a liquidez reduzindo os dividendos e postergando investimentos ou outras necessidades de caixa para amortizar as dívidas de curto prazo e evitar a dependência de fontes externas de financiamento." diz Cristiane Spercel, Assistant Vice President da Moody's e co-autora do relatório. Mesmo assim o relatório ainda mostrou que existem empresas em situação de risco.

Confira as análises sobre as empresas que correm risco de liquidez no mercado imobiliário:

Brookfield
Segundo os cálculos e estimativas da agência, a liquidez disponível nos próximos dois anos cobrem apenas 39% das dívidas a vencer no mesmo período e 64% para 12 meses. A geração de caixa livre em 2012 foi negativa em 1,027 bilhão de reais. As ações têm queda de 38,3% em 2013. A Moody's pondera que os contratos com o Sistema Financeiro de Habitação (SFH) garantem 3,6 bilhões de reais para a empresa, valor suficiente para cobrir os projetos em andamento.

Even 
Os recursos disponíveis nos próximos 24 meses garantem o pagamento de 59% das dívidas a vencer no mesmo período e 145% em 12 meses. A geração de caixa livre da empresa no ano passado foi de apenas 12 milhões de reais. O rating da empresa está em Ba3, com perspectiva estável. As ações têm desempenho estável em 2013.

PDG
A construtora, que tem o rating Ba3 com perspectiva negativa, também tem um nível alto de risco de disponibilidade de caixa para honrar os pagamentos em 12 a 24 meses. A liquidez disponível para os próximos 24 meses cobre 65% das dívidas a vencer no período e 103% quando considerado o período de 12 meses. O fluxo de caixa da empresa foi negativo em 1,461 bilhão de reais em 2012. As ações têm queda de quase 31% em 2013.
A agência ressalta, contudo, que a fraca geração de caixa tem sido sustentada pela disponibilidade adequada de projetos sob o Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e pelo apoio dos acionistas, que capitalizaram a empresa com 800 milhões de reais no terceiro trimestre de 2012.

Rossi Residencial
De acordo com as estimativas da agência, o caixa disponível nos próximos 24 meses só é suficiente para cobrir 37% das dívidas a vencer no mesmo período e 60% em 12 meses. A geração de fluxo de caixa livre em 2012 foi negativa em 759 milhões de reais. A nota com a Moody's é Ba2 e a perspectiva negativa. As ações da Rossi têm queda de 28% em 2013.
"O fraco perfil de liquidez da Rossi reflete a alta alavancagem e a baixa geração de caixa. O risco de refinanciamento é amplamente mitigado pela disponibilidade de empréstimos por meio do SFH e o apoio constante dos acionistas que aumentaram o capital em 500 milhões de reais durante o quarto trimestre de 2012", pondera a Moody's.

Viver
Com o rating B3 e perspectiva negativa, a construtora possui recursos nos próximos 24 meses capazes de cobrir 89% das dívidas no mesmo período e 68% em 12 meses. A geração de fluxo de caixa livre em 2012 foi negativa em 105 milhões de reais. As ações têm desempenho estável em 2013.

A Moody's ressalta que, atualmente, a liquidez da Viver é fraca e terminou 2012 com apenas 183 milhões de reais em dinheiro. A empresa possui cerca de 300 milhões de reais em empréstimos aprovados junto ao SFH que cobrem aproximadamente 80% dos projetos em andamento.

Fonte: PINIweb

Isto é Brasil sério!


05/05/2013 -- 00h00

Startups são a 'bola da vez'

Em Londrina, jovens criam sistema de captação e entrega de comida produzida por restaurantes da cidade
Ricardo Chicarelli
Gabriel Lorencette, Roberto Moreira e Marlon Paschoal: serviço funciona 24 horas e ainda permite programar pedidos para outras datas
Theo Marques
O casal Flavia e Soren Jensen, de Curitiba, tem uma empresa de invenções, que são lançadas em sites de financiamento colaborativo
Empresas de pequeno porte, recém-criadas ou em fase de implantação, normalmente de base tecnológica, que apresentam baixo custo e oportunidades rápidas de crescimento são a ''bola da vez'' do empreendedorismo nacional. Tratam-se das startups, que inclusive ganharam um programa específico do governo federal, o Start-Up Brasil, cujas inscrições estão abertas até 31 de maio. 

Em Londrina, um grupo de jovens empreendedores apostou neste modelo de negócio e se prepara para lançar no mercado ''A Deliveria'', um sistema de captação de pedidos e entregas de comida pronta. O designer Roberto Moreira, de 26 anos, o gastrônomo Gabriel Lorencette, de 23, o engenheiro de software Marlon Paschoal, de 23, e o analista de sistema Junio de Souza, de 24, formam o time que, desde outubro do ano passado, trabalha para transformar a boa ideia em negócio. 

''A Deliveria'' (www.adeliveria.com) é um site que oferece o cardápio de 25 restaurantes parceiros, recebe os pedidos dos clientes, encaminha para as empresas e monitora as entregas. Para quem pede, a vantagem está em escolher entre diversas opções de cardápios, conhecer os preços e a comodidade de fazer tudo pela própria internet sem pagar mais pelo serviço. Para os restaurantes, o site organiza os pedidos, identifica se o endereço do cliente está entre os locais para entrega, envia o mapa da rota e promove uma divulgação dos serviços, visto que o sistema funciona como uma rede social onde os usuários podem classificar o atendimento das empresas e deixar sugestões para outros internautas. Para ter acesso, as empresas pagam uma comissão sobre os pedidos. 

Os rapazes explicam que não se trata de um simples site. Todo o processo é informatizado, o que significa que o cliente receberá atualizações do status do pedido por SMS. ''Desenvolvemos essa ferramenta para que as pessoas tenham garantia da entrega'', reforça Roberto. O serviço funciona 24 horas e ainda permite programar pedidos para outras datas. ''Traz muitas facilidades para o estabelecimento'', garantem. 

Eles reforçam que não se trata de um site de compra coletiva. ''O preço praticado é o mesmo do cardápio, acrescido da taxa de entrega'', dizem. Aplicativos para smartphones e tablets e uma máquina de recebimento de pedidos por satélite, para os restaurantes e lanchonetes onde não há computadores, são algumas novidades já em desenvolvimento. 

Os empreendedores da Deliveria desenvolveram o negócio em suas próprias casas. O custo de desenvolvimento é baixo, mas para verificar a viabilidade do empreendimento, eles contaram com uma consultoria do Sebrae. O site deve estar disponível para pedidos ainda este mês. 

Invenções 

Outra tendência entre as novíssimas empresas do mercado brasileiro é o chamado financiamento colaborativo. Empreendedores com boas ideias apresentam seus projetos em sites especializados em ''crowdfunding'' e tentam levantar os recursos necessários para retirá-los ''do papel''. Internautas que compram a ideia depositam uma quantia em dinheiro para viabilizá-la. Caso o valor necessário seja atingido, eles recebem produtos como pagamento pelo investimento. Se o valor não é alcançado, o dinheiro é devolvido. 

A brasileira Flavia Arantes Jensen e o dinamarquês Soren Soggard Jensen são casados, moram em Curitiba e possuem um negócio inusitado. ''Temos uma empresa de invenções'', explica Flavia. O negócio é baseado em invenções de Soren que são lançadas em sites de financiamento colaborativo. Atualmente eles trabalham em um varal para meias e lingeries que facilita a retirada das peças do varal convencional quando chove. Os dois também comercializam no Brasil o Cablox, um organizador de cabos desenvolvido quando ainda moravam na Dinamarca. 

Eles mantém uma empresa na Dinamarca e preparam-se para lançar no Brasil a loja virtual Cosmonauta (www.cosmonauta.com.br), onde além de comercializarem os produtos desenvolvidos por Soren, também venderão criações de designers dinamarqueses. ''Nosso objetivo é trazer produtos inovadores e que tenham utilidade'', diz. Entre os objetos que já causaram interesse nos brasileiros, estão as taças de vinho de acrílico com sistema ''antivazamento''. ''Já temos encomendas'', conta. 

Diante da experiência de empreender na Europa, Flavia considera que os empresários brasileiros são ''guerreiros''. ''Temos que matar um leão por dia'', avalia ela, apontando a burocracia como o maior entrave aos novos empreendimentos. ''Abrir uma empresa no Brasil é um teste de paciência e perseverança.'' 

Serviço: Mais informações sobre o programa Start-Up Brasil no site startupbrasil.mcti.gov.br
Carolina Avansini 
Reportagem Local