quinta-feira, 19 de junho de 2014

Câmara aprova permissão para corretor se associar a imobiliária

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (10), em caráter conclusivo, proposta que cria a figura do corretor de imóveis associado. O texto modifica a Lei6.530/78, que regulamenta a profissão de corretor de imóveis, para permitir que esse profissional se associe a imobiliárias, sem vínculo empregatício, mediante contrato específico, registrado no Sindicato dos Corretores de Imóveis. 


Foi aprovado o substitutivo do relator, deputado Fábio Trad (PMDB-MS), ao Projeto de Lei 1872/07, do deputado Edinho Bez (PMDB-SC). O texto original exigia a necessidade de o contrato com a imobiliária ser registrado no Conselho Regional de Corretores de Imóveis. O substitutivo, por sua vez, prevê somente a obrigatoriedade do registro no sindicato local ou, onde não houver, nas delegacias da Federação Nacional de Corretores de Imóveis.

O texto seguirá agora para análise do Senado, exceto se houver recurso para que passe antes pelo Plenário da Câmara.

Contribuição sindical

De acordo com a proposta, o corretor de imóveis associado e a imobiliária deverão coordenar, entre si, o desempenho de funções correlatas à intermediação imobiliária, estabelecendo, em contrato, critérios para a partilha dos resultados da atividade de corretagem, mediante obrigatória assistência da entidade sindical.

O recolhimento da contribuição sindical dos profissionais ocorrerá conforme as regras da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT - Decreto-Lei 5.452/43) aplicáveis, com valor não inferior a R$ 203,40, corrigidos, anualmente, pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGPM) ou outro índice que o substitua.

Fonte: Agência Câmara Notícias

Imóveis comerciais valorizam 12,56%



O maior estoque dessas unidades está dividido entre barracões e casas comerciais, conforme levantamento do Inpespar, do Sistema
Secovi

Os imóveis comerciais usados à venda em Maringá apresentaram uma valorização de 12,56% no acumulado dos últimos 12 meses. É o que aponta a última pesquisa do Instituto Paranaense de Pesquisa e Desenvolvimento do Mercado Imobiliário e Condominial (Inpespar), do Sistema Secovi-PR. "A valorização apresentada na cidade é de quatro pontos e meio acima do IGPD-M para o período", compara o presidente do Inpespar e vice-presidente de Economia e Estatística do Secovi-PR, Maurício Moritz.

De acordo com Moritz, o maior estoque entre os imóveis comerciais está divido entre os barracões (35%) e casas comerciais (29,2%). Já com relação aos preços divulgados, ambos têm a maior quantidade acima dos R$ 450 mil, sendo 85% no caso dos barracões e 52,3% nas casas comerciais.

Quanto aos imóveis residenciais usados à venda, a valorização acumulada nos últimos 12 meses ficou em 10,08%. A maior oferta está nas casas de alvenaria com três dormitórios (37,8%), nos apartamentos de três dormitórios (20,4%) e nos sobrados (15,3%). Nas casas de alvenaria com três quartos, cerca de 24% têm preços entre R$ 200 mil a R$ 250 mil, outros 19,7%, entre R$ 250 mil e R$ 300 mil. Já no caso dos apartamentos com três dormitórios, 32% do total têm preços anunciados acima de R$ 450 mil e outros 15,9% entre R$ 200 mil e R$ 250 mil.

OPÇÃO
67%
Dos sobrados (residenciais) usados à venda em Maringá têm preços acima dos R$ 450 mil, segundo o instituto de pesquisa. 

Valor do aluguel subiu 5,47%

Na área de locação, a cidade de Maringá apresentou uma valorização nos preços residenciais de 5,47% no acumulado dos últimos 12 meses. Os comerciais fecharam o mesmo período com uma retração de 7,23%.
Com relação às quantidades de residenciais, 24,2% das unidades são de apartamentos com três dormitórios e outros 23,3% são de casas de alvenaria, também com três quartos. Nos preços ofertados, 24,7% desses apartamentos têm preços de aluguel divulgados acima de R$ 1.500 e outros 23,5% entre R$ 900 e R$ 1.200. Já com relação a estas casas, 36,5% delas têm preços de locação entre a faixa de R$ 900 a R$ 1.200 e outras 30,3% entre R$ 750 a R$ 900. 

Fonte: O Diário

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Projeto garante isenção de IPI para veículos de corretores de imóveis

A Câmara analisa o Projeto de Lei 6225/13, do deputado Edmar Arruda (PSC-PR), que garante isenção de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para os automóveis de corretores de imóveis devidamente inscritos no órgão de classe. 


A isenção vale para veículos de fabricação nacional com motor de até duas mil cilindradas, de pelo menos quatro portas e movidos a combustível renovável (como etanol e gás) ou sistema reversível de combustão (veículos flex).

Além disso, para ter direito ao benefício, o corretor precisa estar credenciado na circunscrição da compra do imóvel e comprovar estar em dia com as obrigações dos conselhos Regionais de Corretores de Imóveis (Creci).

Edmar Arruda defende que a concessão do benefício vai valorizar a profissão de corretor de imóveis e facilitar o trabalho deste profissional, que precisa se deslocar múltiplas vezes para atender aos clientes.

“O automóvel é seu principal meio de trabalho, pois necessita do deslocamento para contato direto com o cliente e o transporte até o imóvel que está no mercado”, argumentou.

Tramitação

A proposta terá análise conclusiva das comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta: 

PL-6225/2013

Fonte: Agência Câmara Notícias 

domingo, 15 de junho de 2014

HORA DE REVEREM ALGUNS CONCEITOS IMOBILIÁRIOS!


Ministério do Trabalho admite vínculo empregatício de corretores de imóveis
Quem visita os estandes de lançamentos imobiliários nos shoppings e feiras do estado não imagina as dificuldades por que passam os corretores de imóveis ali de plantão. Sempre bem vestidos e treinados para convencerem os potenciais clientes das vantagens e facilidades para aquisição de um imóvel, eles enfrentam no dia a dia uma dura realidade: são trabalhadores sem vínculo empregatício, sem renda fixa e obrigados a atuarem com exclusividade para a imobiliária que representam. Não existe aposentadoria certa para um corretor de imóveis em Alagoas. Com raríssimas exceções, as empresas não recolhem a contribuição previdenciária a que têm direito mesmo que enquadrados – como elas o alegam ser – na categoria de autônomos.
Não se trata de ilação, mas uma constatação feita pelo próprio Ministério do Trabalho que em outubro de 2012 divulgou o relatório da fiscalização que realizou nas imobiliárias de Maceió e cuja conclusão foi de que “corretor de imóvel vinculado a imobiliária é empregado”, devendo, portanto, ter direitos trabalhistas como a maioria das demais categorias de trabalhadores. A fiscalização, promovida pela Secretaria de Inspeção do Trabalho do ministério, foi determinada pela Casa Civil da Presidência da República.
Com foco na situação trabalhista dos corretores de imóveis de todo o país, ela foi provocada por uma denúncia anônima, feita por uma corretora de imóveis de Alagoas diretamente à presidente Dilma Rousseff.
Até hoje não se sabe quem foi a denunciante. As relações de trabalho entre corretores de imóveis e imobiliárias, aliás, serão um dos destaques do XXV Congresso Nacional de Corretores de Imóveis (Conaci), que acontece entre 4 e 7 de maio próximo no Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso.
O evento é promovido pela Federação Nacional dos Corretores de Imóveis em parceria com o Sindicato dos Corretores de Imóveis do Estado de Alagoas (Sindimóveis-AL) e trará ao estado, como debatedores, os presidentes da Confederação Nacional das Profissões Liberais (CNPL), Carlos Alberto Schmitt de Azevedo, e da Câmara Brasileira de Comércio e Serviços Imobiliários (CBCSI), Pedro José Maria Fernandes Wähmann .Azevedo e Wähmann abrem o primeiro dia de trabalhos do XXV Conaci ao lado do presidente do Sindimóveis-AL, Pierre Laffitte da Silva, e do presidente do Sindicato da Habitação do Mato Grosso do Sul (Secovi-MS), Marcos Augusto Netto, entidade que representa as empresas de compra, venda, locação e administração de imóveis naquele estado.
Os quatro participam do fórum “A relação entre o corretor de imóveis / imobiliárias / incorporadoras e construtoras”, no dia 5, a partir das 10 horas e o debate promete ser “quente” diante da repercussão que os relatórios de fiscalização tiveram em todo o país.
DEVERES SEM DIREITOS
Com 21 páginas e assinado pelo auditor-fiscal do Trabalho Glauco Bezerra Nogueira, o “Relatório de fiscalização das imobiliárias da cidade de Maceió” traz uma dura constatação: os corretores de imóveis têm muitos deveres, mas poucos direitos, pode-se dizer que nenhum. Foram objeto da investigação trabalhista na capital alagoana mais de 300 corretores e mais de 30 imobiliárias, sendo que uma parte delas não tinha corretores – o corretor era o proprietário – e elas atuavam apenas como administradoras de imóveis próprios ou com aluguéis.
Fonte: Extra Alagoas

6 perspectivas para o mercado imobiliário brasileiro em 2014


No último dia 21 de novembro, o comitê de mercado do NRE-Poli (Núcleo de Real State da Escola Politécnica da USP) se reuniu para debater as expectativas dos membros e de um conjunto de empresários e executivos do mercado para o setor imobiliário em 2014. Abaixo, as principais conclusões para o mercado residencial de imóveis no Brasil no ano que vem.
1 – Preços dos imóveis devem cair em algumas regiões.
De acordo com o relatório do Comitê, divulgado na última quinta-feira (5), em 2014, os preços dos imóveis devem cair em algumas regiões do país. A queda deve ser observada, especialmente, nas capitais onde os estoques de imóveis são muito altos, em relação à demanda. Como exemplos, o relatório cita as cidades de Manaus, onde o estoque é aproximadamente três vezes maior que a demanda; Salvador, que tem estoque perto de 2,7 vezes a demanda; além de Brasília, Vitória (ES) e de algumas cidades do Centro-Oeste, que já estariam mostrando quedas de preços devido ao excesso de estoque contra a demanda e também pelo fato de que algumas empresas estariam abandonando esses mercados e liquidando estoques.

2 – São Paulo e Rio de Janeiro, contudo, devem continuar observando alta.
Ainda que uma parte das cidades brasileiras observem quedas nos preços em 2014 e, na média nacional, a maior parte dos membros do Comitê acredite que os valores dos imóveis deverão variar em taxa equivalente ou ligeiramente inferior à observada em 2013, as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro não devem acompanhar tal comportamento.
Em São Paulo, os preços devem sofrer o impacto do Plano Diretor Estratégico. O comitê acredita que os preços dos terrenos na capital paulista podem sofrer crescimento acentuado, o que, combinado com o novo patamar de outorga onerosa (pelo crescimento expressivo dos valores dos terrenos na planta geral de valores – valor venal) deve impactar pra cima os preços dos lançamentos. Já no Rio de Janeiro, o bloqueio de aprovações em áreas de expansão da cidade é um dos fatores do encarecimento. “A escassez de áreas para novos empreendimentos pode provocar aumento de preços de terrenos, impulsionando os preços dos imóveis no lançamento, que acabam servindo de benchmark para o mercado.”
3 – No geral, os preços dos terrenos devem continuar impactando os preços dos imóveis.
No geral, quando se fala dos fatores que mais influenciam os preços dos imóveis, em 2014, a combinação de terrenos e outorgas onerosas devem continuar sendo os mais expressivos na formação dos preços. Em seguida, de acordo com o relatório, aparecem: custos de construção, custos do capital investido (efeito da taxa referencial de juros para cima), margens de segurança na formação dos preços ofertados e crescimento das margens de resultado dos empreendedores.
Para este ano, a análise ficou da seguinte forma: 66% dos consultados creditam a alta dos preços dos imóveis em 2013 aos fatores estruturais (terrenos, outorgas onerosas e custos de construção); 17% responsabilizam a imposição de margens de segurança; 11% dizem que foram os custos do capital investido e 6% opinam que as margens de resultado foram as responsáveis pelo aumento dos preços este ano.
4 – Perfil dos imóveis não deve mudar.
Segundo 97% dos consultados para a elaboração do relatório, o perfil dos imóveis lançados em 2014 devem manter as mesmas características apuradas em 2013, “com eventual ajuste para baixo”. Ainda de acordo com o documento, a alternativa de diminuir o tamanho das unidades, para ajustar o preço do imóvel à capacidade de pagamento do mercado, estaria se esgotando.
Entretanto, há evidências de que em grandes centros metropolitanos, os produtos menores não devem desaparecer. Isso porque eles seriam necessários para atender à formação de famílias com menor número de filhos e do crescente número de idosos buscando modelos mais adequados ao momento de vida.
Por outro lado, em localizações mais afastadas dos pólos de trabalho verifica-se a tendência de imóveis com dimensões mais confortáveis. Isso também acontece em cidades satélites nas regiões metropolitanas e em cidades conhecidas como dormitórios, como é o caso de Guarulhos em São Paulo.
5 – Velocidade das vendas deve ser mais moderada.
Conforme o relatório, a velocidade de absorção dos empreendimentos residenciais, em 2014, acompanhará o desempenho de 2013, com viés para baixo. O motivo é que muitas empresas têm optado por vendas mais lentas e preços mais sustentáveis.No que diz respeito à oferta em número de unidades, o documento também aposta em padrão equivalente a 2013. A ressalva seria a cidade de São Paulo, que pode apresentar contração por conta dos preços dos terrenos da reação dos empreendedores ao Plano Diretor estratégico.
Já sobre a demanda, 75% dos consultados opinam que a busca por imóveis residenciais em 2014 manterá padrão equivalente ao crescimento populacional.
6 – Crédito imobiliário deverá espelhar 2013.
Por fim, as previsões para o crédito imobiliário para aquisição é de que a busca, no ano que vem, deve continuar no mesmo patamar de 2013. Segundo os corretores, a proporção de transações percebidas no mercado é de um para três.
Fonte: Infomoney
http://www.infomoney.com.br/minhas-financas/imoveis/noticia/3096835/perspectivas-para-mercado-imobiliario-brasileiro-2014

Preço dos imóveis no Brasil tem sexta desaceleração seguida

Segundo Índice FipeZap, variação do preço médio do metro quadrado dos imóveis no país no acumulado dos 12 meses tem sexta desaceleração consecutiva

Dado Galdieri/Bloomberg
Imóveis residenciais na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro
Imóveis residenciais no Rio de Janeiro: Imóveis têm queda real de preços em 2014
São Paulo - A variação do preço médio do metro quadrado dos imóveis no Brasil nos últimos 12 meses registrou desaceleração pelo sexto mês consecutivo em maio, segundo o Índice FipeZap, que acompanha a variação de preços do mercado imobiliário de 16 cidades brasileiras. 
De acordo com o índice, nos últimos 12 meses encerrados em maio, a variação de preços foi de 11,38%, enquanto em abril a variação acumulada em 12 meses foi de 11,76%. 
Apenas considerando o mês de maio, o aumento médio dos preços foi de 0,49%, mesma variação verificada no mês de abril. 
De janeiro a maio de 2014, a alta do preço médio foi de 2,98%, variação inferior aoIPCA projetado para o período, que deve fechar em 3,32%, se considerada a estimativa para o mês de maio do Boletim Focus do Banco Central. 
Como o valor médio do metro quadrado dos imóveis aumentou menos do que a elevação generalizada dos preços, é possível dizer que houve uma queda real de preços no ano.
Nos primeiros cinco meses do ano, Fortaleza e Rio de Janeiro tiveram a maior alta dos preços (+5,20 e +4,74%) e Porto Alegre e Brasília registraram as maiores quedas (-1,33% e -0,42%).
Na cidade de São Paulo, a variação de preços em 2014 foi de +3,59%, com alta de 0,71% em maio.
Os valores médios do metro quadrado em maio ficaram entre 10.609 reais (Rio de Janeiro) e 3.942 reais (Vila Velha) e a média das 16 cidades foi de 7.494 reais.
Veja na tabela a seguir a variação dos preços dos imóveis à venda em maio:
RegiãoVariação mensal maio/14Variação mensal abril/14Variação nos últimos 12 meses
Vitória1,15%0,78%15,20%
Salvador0,77%0,45%10,50%
São Paulo0,71%0,75%12,60%
Rio de Janeiro0,67%0,67%13,60%
Índice FipeZap Composto (7 cidades)0,58%0,66%11,40%
Índice FipeZap Ampliado (16 cidades)0,49%0,49%11,70%
Belo Horizonte0,41%0,25%6,80%
Recife0,31%0,67%13,20%
Niterói0,30%0,76%9,90%
Porto Alegre0,30%-1,35%7,00%
São Caetano do Sul0,21%0,55%11,40%
Vila Velha0,12%0,46%12,00%
Florianópolis0,07%-0,13%13,30%
Fortaleza1,08%1,38%13,47%
IPCA0,45%*0,78%-
São Bernardo do Campo-0,12%0,66%8,90%
Santo André-0,16%0,63%10,50%
Brasília-0,23%0,52%3,40%
Curitiba-0,68%-0,57%24,30%
(*) Projeção do Boletim Focus do Banco Central
Fontes: Índice FipeZap e Banco Central
Veja na tabela o preço médio do metro quadrado anunciado em cada cidade em abril de 2014:
RegiãoPreço médio do metro quadrado (R$)
Rio de Janeiro10.609
Brasília8.136
São Paulo8.060
Média Nacional7.494
Niterói7.373
Recife5.769
Belo Horizonte5.446
São Caetano do Sul5.410
Fortaleza5.380
Florianópolis5.221
Curitiba5.049
Porto Alegre4.765
Vitória4.687
Santo André4.675
São Bernardo do Campo4.429
Salvador4.375
Vila Velha3.942
O Índice FipeZap tem dados disponíveis sobre São Paulo e Rio de Janeiro desde janeiro de 2008. Para Belo Horizonte, a série histórica começa em maio de 2009. Para Fortaleza, em abril de 2010; para Recife em julho de 2010; e para Distrito Federal e Salvador, em setembro de 2010.
Já entre as cidades incluídas mais recentemente, que compõem o Índice FipeZap Ampliado, os municípios do ABC Paulista e Niterói têm dados disponíveis desde janeiro de 2012. Vitória, Vila Velha, Florianópolis, Porto Alegre e Curitiba têm as menores séries históricas, iniciadas em julho de 2012. O FipeZap Ampliado foi lançado em janeiro de 2013.
O indicador elaborado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) em parceria com o site Zap Imóveis, acompanha os preços do metro quadrado dos imóveis usados anunciados na internet, que totalizam mais de 290 mil unidades todos os meses.
Além disso, são buscados também dados em outras fontes de anúncios online. A Fipe faz a ponderação dos dados utilizando a renda dos domicílios, de acordo com levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Veja a seguir o relatório do Índice FipeZap de maio na íntegra:

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Ética: “Cliente quer fazer negócio com corretor de imóveis honesto”

Caráter e honestidade devem reger a trajetória de um profissional no mercado imobiliário.


Qual o corretor de imóveis, que infelizmente não conviveu com a falta de ética de um colega? A maioria com certeza deve ter uma história para contar a respeito. “Durante minha vida profissional, convivi muitas vezes com este tipo de situação. Amigos, amigos até que o dinheiro entra no meio e as cabeças estão em jogo. Aí tudo muda e aquele seu colega perde a ética e rouba seu cliente, sua venda e a oportunidade que você construiu.

O mercado está cheio de profissionais assim, infelizmente”, relata o consultor organizacional e especialista em desenvolvimento pessoal, André Vinícius da Silva, que revela:

“Uma das coisas que aprendi é que quando você tem princípios, seu caráter, atitude e comportamento não são afetados em relação ao que o outro faz. Isto quer dizer que se alguém for desonesto com você, não responderá na mesma moeda”, afirma.

A ânsia em conquistar o mundo sem se preocupar se vai passar por cima dos outros ou não, pode ampliar o mercado em um primeiro momento, mas aos poucos vai se estreitando até que encontre mais oportunidades, na visão do especialista. “ Isto acontece porque as coisas correm rapidamente e um cliente comenta com o outro até que todas as portas tenham se fechado”.

Honestidade acima de tudo 

Ao contrário, quando a honestidade é vista como prioridade, as coisas tendem a acontecer lentamente. “As portas começam a abrir e o mercado vai crescendo, porque da mesma maneira que as notícias ruins correm, as boas também chegam aos clientes e estes vão querer fazer negócio com quem é honesto”, garante André Vinícius.  

Fazer o certo sempre foi um bom negócio. “Persista em seu objetivo que logo as portas abrirão”, finaliza André Vinícius.

Fonte: Redação Redimob