O maior estoque dessas unidades está dividido entre barracões e casas comerciais, conforme levantamento do Inpespar, do Sistema
Secovi
Os imóveis comerciais usados à venda em Maringá apresentaram uma valorização de 12,56% no acumulado dos últimos 12 meses. É o que aponta a última pesquisa do Instituto Paranaense de Pesquisa e Desenvolvimento do Mercado Imobiliário e Condominial (Inpespar), do Sistema Secovi-PR. "A valorização apresentada na cidade é de quatro pontos e meio acima do IGPD-M para o período", compara o presidente do Inpespar e vice-presidente de Economia e Estatística do Secovi-PR, Maurício Moritz.
De acordo com Moritz, o maior estoque entre os imóveis comerciais está divido entre os barracões (35%) e casas comerciais (29,2%). Já com relação aos preços divulgados, ambos têm a maior quantidade acima dos R$ 450 mil, sendo 85% no caso dos barracões e 52,3% nas casas comerciais.
Quanto aos imóveis residenciais usados à venda, a valorização acumulada nos últimos 12 meses ficou em 10,08%. A maior oferta está nas casas de alvenaria com três dormitórios (37,8%), nos apartamentos de três dormitórios (20,4%) e nos sobrados (15,3%). Nas casas de alvenaria com três quartos, cerca de 24% têm preços entre R$ 200 mil a R$ 250 mil, outros 19,7%, entre R$ 250 mil e R$ 300 mil. Já no caso dos apartamentos com três dormitórios, 32% do total têm preços anunciados acima de R$ 450 mil e outros 15,9% entre R$ 200 mil e R$ 250 mil.
OPÇÃO
67%
Dos sobrados (residenciais) usados à venda em Maringá têm preços acima dos R$ 450 mil, segundo o instituto de pesquisa.
Valor do aluguel subiu 5,47%
Na área de locação, a cidade de Maringá apresentou uma valorização nos preços residenciais de 5,47% no acumulado dos últimos 12 meses. Os comerciais fecharam o mesmo período com uma retração de 7,23%.
Com relação às quantidades de residenciais, 24,2% das unidades são de apartamentos com três dormitórios e outros 23,3% são de casas de alvenaria, também com três quartos. Nos preços ofertados, 24,7% desses apartamentos têm preços de aluguel divulgados acima de R$ 1.500 e outros 23,5% entre R$ 900 e R$ 1.200. Já com relação a estas casas, 36,5% delas têm preços de locação entre a faixa de R$ 900 a R$ 1.200 e outras 30,3% entre R$ 750 a R$ 900.
Fonte: O Diário
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