segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
sábado, 22 de dezembro de 2012
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
domingo, 16 de dezembro de 2012
Escritura do primeiro imóvel deve ser feita com desconto
Lei federal garante 50% de desconto no primeiro imóvel pelo SFH.
Por Redimob - 10/12/2012
João Pessoa, Paraíba
João Pessoa, Paraíba
Regularizar o primeiro imóvel pode representar um peso no orçamento para quem não conhece um direito, garantido por lei, que dá desconto de 50% nos valores de escritura e registro. A lei federal 6.015, que tem quase 40 anos, prevê esse benefício aos imóveis comprados pelo SFH (Sistema Financeiro Habitacional).
Os cartórios não são obrigados a informar os compradores. Segundo o oficial de registro, Emanuel Costa Santos, no Estado de São Paulo, a lei é amplamente aplicada.
"É tão usual aplicar essa lei que cada cartório mantém em sua tabela notas explicativas sobre os descontos. Porém, essas situações dependem da legislação de cada Estado. No Rio Grande do Sul, por exemplo, o artigo 290 da lei 6.015 não é aplicado", afirma.
Na hora de registrar, o comprador deve apresentar ao cartório uma declaração de que esse é seu primeiro imóvel e que é usado para a própria moradia. "Algumas pessoas burlam a lei. A declaração é pedida se não houver essa especificação no contrato do imóvel", explica Santos.
Segundo a advogada de questões imobiliárias, Nicoli Almeida Manfrin, se a declaração for falsa, o comprador pode responder penalmente por falsidade ideológica. Além da declaração, quem deseja registrar o primeiro imóvel deve levar uma via original do contrato, assinada pelo dono - ou donos, e por duas testemunhas. Também é preciso levar a certidão venal do imóvel e a guia do ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imóveis).
A advogada diz que muitas pessoas deixam de economizar no momento do registro do imóvel justamente por causa da falta de interesse dos vendedores ou dos cartórios. "A lei possui duas finalidades: estimular a aquisição do primeiro imóvel e, assim, privilegiar o direito à moradia previsto na Constituição, e também fazer com que mais pessoas registrem seus imóveis, evitando-se a clandestinidade dos contratos de gaveta", afirma.
Nassib Raduan Sahyun
Gestor de Negócios Imobiliários
Te.l: (43) 9117-40549(VIVO) , (43) 9684-2715 (TIM)https://sites.google.com/site/nassibsahyun/
Gestor de Negócios Imobiliários
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sábado, 15 de dezembro de 2012
CAIXA FINANCIA DESPESAS CARTORIAIS
Foto: Lucky
Business/Shutterstock
Business/Shutterstock
Quem contratar um financiamento da CEF a partir de dezembro poderá incluir no empréstimo, recursos para pagar as despesas de cartório e o Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis - ITBI. O banco disponibilizará como crédito, até 4% do total do financiamento e a quantia será diluída nas parcelas do contrato.
Os juros e as condições gerais serão os mesmos do empréstimo principal. O serviço será oferecido apenas a quem financiar o imóvel. Não será possível, por exemplo, pedir dinheiro apenas para o gasto com tributo e registro, cujos valores variam de acordo com o município, o padrão e o preço do imóvel.
Para Carlos Fernando Brasil Chaves, representante da Associação dos Notários e Registradores do Estado de São Paulo e 7º tabelião de notas de Campinas (interior de São Paulo), a medida para estimular a regularização dos imóveis.
"Muitos deixam de fazer a escritura pública por falta de dinheiro e não vêm que é ela que dá segurança jurídica às partes. Com o financiamento, o cidadão terá um acesso mais rápido à segurança jurídica dada pela escritura pública", diz Chaves.
JORNAL FOLHA NOVA - COLUNA IMOBILIÁRIA.
O PROFISSIONAL DO MERCADO IMOBILIÁRIO
Chico Limoli e Nassib Sahyun
O
corretor de imóveis é o profissional do mercado imobiliário por meio do qual
ocorrem as transações imobiliárias: compras, vendas, permutas e locações de
imóveis. A história do corretor de imóveis é bastante antiga remetendo-se ao
tempo da colonização do Brasil, quando esses profissionais eram conhecidos como
agentes do comércio. Em 1942, o Ministério do Trabalho, em sua Carta Sindical,
designou-os como corretores de imóveis.
No dia
27 de agosto de 1962, foi a vez de o Congresso Nacional reconhecer e
regulamentar a profissão, por intermédio da Lei nº 4.116/62, motivo pelo qual
se comemora nessa data o Dia do Corretor de Imóveis no Brasil. Com o passar do
tempo e os novos rumos do mercado, houve a necessidade de se criar um diploma
legal, elevando a categoria a um patamar mais distinto. Novamente o Congresso
Nacional interveio e, revogando a lei anterior, promulgou a de número 6.530 em
12 de maio de 1978 consolidando a profissão e concedendo a seus integrantes o
título de técnico em transações imobiliárias.
Com o
advento dos cursos de nível superior nas áreas das Ciências e Gestão de
Negócios Imobiliários, o Conselho Federal de Corretores de Imóveis (COFECI),
órgão que normatiza as atividades da categoria, admitiu também a inscrição nos
conselhos regionais de corretores de imóveis dos formandos que se diplomarem
nessa graduação.
O
corretor de imóveis é hoje um profissional no qual famílias depositam a
confiança e as economias de toda uma vida para realizar o sonho de adquirir a
casa própria. Ele se tornou profissional de adequada formação, grande
responsabilidade e que prima pela conduta ética ao conduzir os negócios
daqueles que nele confiam.
O Grupo de
profissionais preocupado engajado no projeto de Desenvolvimento da Região Norte
de Londrina, preocupado com o importante papel do corretor de imóveis na
sociedade, acredita ser importante conscientizar a população sobre a
importância de se procurar um profissional capacitado e credenciado para
auxiliá-la a comprar, vender ou alugar seu imóvel.
É
importante que a sociedade saiba que o corretor de imóveis é um profissional
que tem formação adequada para atender as necessidades do cliente, tendo para
tanto, conforme determinação legal, que fazer o curso de nível médio de Técnico
em Transações Imobiliárias ou o curso superior na área de Ciências e Gestão de
Negócios Imobiliários. Durante o processo de formação, o corretor de imóveis
desenvolve estudos nas áreas de Direito Imobiliário, Matemática Financeira, Arquitetura,
Topografia, Informática e Economia dentre tantas outras disciplinas.
A profissão
de corretor de Imóveis é normatizada pelo Conselho Federal de Corretores de
Imóveis (COFECI), e o profissional desta área deve ainda ser inscrito e
credenciado pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis, órgão responsável
por fiscalizar seu exercício profissional e conduta ética.
De
acordo com o artigo 723 do Código Civil brasileiro, o corretor é obrigado a
executar a mediação com a diligência e prudência que o negócio requer,
prestando ao cliente, espontaneamente, todas as informações sobre o andamento
dos negócios; deve, ainda, sob pena de responder por perdas e danos, prestar ao
cliente todos os esclarecimentos que estiverem ao seu alcance, acerca da
segurança ou risco do negócio, das alterações de valores e do mais que possa
influir nos resultados da incumbência.
É
fundamental que a população, ao ser atendida por um corretor de imóveis, peça a
ele que lhe apresente a sua carteira de identificação profissional emitida pelo
Conselho Regional de Corretores de Imóveis. Desta forma, estará segura que será
atendida por um profissional com a formação adequada e cujo exercício
profissional e ético está sendo fiscalizado.
Nassib R. Sahyun
Gestor de Negócios Imobiliários
Te.l: (43) 9117-40549(VIVO) , (43) 9684-2715 (TIM)
https://sites.google.com/site/nassibsahyun/
Chico Limoli
Consultor Imobiliário
Chico_limoli@hotmail.com
http://www.facebook.com/chico.limoli
http://chicolimoli.blogspot.com.br/
http://chicolimolicorretor.blogspot.com.br/
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
domingo, 9 de dezembro de 2012
Imobiliária Santamérica - Boas Festas 2013
PRODUÇÃO DA PRIMETV.
Obrigado, Clodoaldo Alexandre e boas festas.
PERFIL DEFINE TIPO DO FINANCIAMENTO
Definição da modalidade do empréstimo imobiliário depende da renda, do valor do imóvel e da capacidade de pagamento e endividamento do mutuário
Publicado em 05/12/2012 | TAIANA BUBNIAK E AMANDA MILLÉO, ESPECIAL PARA A GAZETA DO POVO
Quem não tem dinheiro para comprar um imóvel à vista, precisa recorrer aos sistemas de crédito imobiliário disponíveis no mercado. Há variadas opções de financiamento e a escolha por uma das modalidades depende do perfil do comprador. Adquirir o imóvel por meio de parcelas a pagar requer planejamento e a principal dica dos especialistas é pesquisar muito e avaliar todas as possibilidades antes de assinar o contrato.
“A escolha do tipo de financiamento vai depender do valor que se pretende pagar pelo imóvel e da renda do comprador. O pagamento das parcelas não pode prejudicar a renda”, explica Vilmar Smidarle, gerente regional da Caixa Econômica Federal.
Opções
Vejas quais são as características das modalidades de financiamento disponíveis no mercado:
Sistema Financeiro da Habitação
- O que é: financiamento com recursos do FGTS ou da poupança.
- Limite: até R$ 500 mil e R$ 450 mil financiados.
- Prazo: até 360 meses (30 anos).
- Juros: em média, 12% ao ano.
- FGTS: permite uso do FGTS para abater prestações.
- Critério: bom para quem quer comprar o primeiro imóvel, pois tem regras rígidas, que permitem planejamento.
Sistema Financeiro Imobiliário
- O que é: Financiamentos com condições e garantias negociadas, caso a caso, entre instituição e comprador.
- Limite: não tem.
- Prazo: até 360 meses (30 anos).
- Juros: negociado em cada caso.
- FGTS: não permite uso do FGTS para abater prestações.
- Critério: bom para quem quer comprar um imóvel que custe mais do que R$ 500 mil. Possui formas mais flexíveis de negociação, mas pode ter juros mais altos porque o crédito oferecido é maior.
Consórcio imobiliário
- O que é: o interessado contrata um valor e vai pagando todo mês, mas depende da sorte para ser contemplado e receber o valor antes do fim do plano.
- Limite, prazo e juros: varia de acordo com o grupo.
- FGTS: permite uso do FGTS para abater prestações.
- Critério: bom para quem não tem pressa de morar no imóvel. Mais indicado para a compra do segundo imóvel, formação de carteira de imóveis ou investimento.
- Carteira hipotecária:
- O que é: crédito em como garantia outro imóvel, já quitado, do mutuário.
- Limite, prazo e juros: varia caso a caso.
- Critério para escolha: interessante já que oferece juros baixos, mas o tomador do empréstimo tem de estar consciente que a inadimplência pode ocasionar a perda do bem.
O tipo de financiamento imobiliário mais procurado é o contrato feito pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH), que servem para imóveis que custam até R$ 500 mil. De acordo com dados do Banco Central, de novembro de 2011 a outubro de 2012, foram financiadas 465.075 unidades pelo SFH em todo o país. O limite de financiamento, nessa modalidade, é R$ 450 mil.
“É preciso ir a todos os bancos, analisar todas as opções. Tem bancos comerciais, por exemplo, que podem oferecer uma taxa menor se você for cliente há mais tempo”, exemplifica o consultor financeiro Emerson Fabris.
As boas condições de juros e prazos de amortização da dívida que podem oferecidas pelo banco foram os motivos para a manicure e depiladora Jandete Reguelin aguardar a liberação de financiamento para comprar um imóvel. Ela comprou um apartamento avaliado em R$ 130 mil na Barreirinha, em Curitiba, há pouco menos de dois anos. Entre iniciar o pagamento de um consórcio ou esperar pela aprovação de crédito na instituição bancária, ela preferiu a segunda opção. Para o financiamento, ela deu uma entrada de R$ 5 mil e paga cerca de R$ 300 mensais, o correspondente a 20% da renda. As parcelas serão pagas por mais 20 anos. “Eu fiz as contas e vi que é possível pagar esse valor por mês, sem que a minha renda fique afetada”, calcula.
Outras possibilidades
É possível fazer parcelamentos para comprar um imóvel pelo Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI), que é a modalidade para quem quer comprar um imóvel com valor acima de R$ 500 mil. Nesse sistema, os contratos são celebrados entre as partes de acordo com as regras do mercado: não existem limites de financiamento e nem do valor do imóvel. As taxas de juros são negociadas em cada caso. “Como os clientes desse tipo de financiamento necessitam de um crédito maior, o banco assume mais riscos e os juros podem ser mais altos”, explica o advogado Alberto Fernandes Neto, especialista em direito imobiliário.
Recomendações
Pesquisa e planejamento ajudam a acertar na escolha do financiamento
Além da sua situação econômica atual, antes de adquirir um imóvel ou optar pelo tipo de empréstimo que será feito, o comprador deve projetar suas condições no futuro.
O imóvel precisa ser enquadrado na capacidade financeira do interessado, que precisa buscar uma linha mais adequada para tomar o empréstimo.
No caso de financiamentos, o mais interessante é financiar o menor valor possível, em menos tempo. Dessa forma, é possível negociar juros mais baixos e é mais fácil que as condições se enquadrem na melhor possibilidade financeira do mutuário.
“O principal é que o gasto com moradia não ultrapasse 30% da renda. Mas, além disso, é preciso pensar no tamanho do imóvel, na localização, em quem vai morar na casa, para aí ver como pode ser feito o pagamento”, explica o gerente regional da Caixa Econômica Federal, Vilmar Smidarle.
Se for preciso usar os limites máximos de financiamento, que é o parcelamento de até 90% de valor do imóvel em 35 anos, o limite de comprometimento do comprador fica mais comprometido. “Tudo vai depender da necessidade e do planejamento da pessoa. Como a compra do imóvel é das que precisam ser feitas com mais consciência, é preciso ter cuidado e não comprar por impulso”, reforça.
Opções
Consórcio e carteira hipotecária também são opções
Além do SFH e do SFI, é possível usar a modalidade de carteira hipotecária, que é considerada um empréstimo pessoal comum para a aquisição de um imóvel.
Nesse formato, geralmente usado na aquisição de um segundo imóvel, os agentes financeiros também podem negociar os recursos e as condições de pagamento. As condições costumam ser mais interessantes e os juros menores, porque um imóvel é dado como garantia do empréstimo.
“O imóvel está pago e o banco o toma como garantia. Se você não pagar, o banco pode tomá-lo, é um risco para o comprador”, alerta o consultor financeiro Emerson Fabris.
Aliança
Outro formato de aquisição de imóvel por meio de parcelamento é o consórcio, que não é considerado um financiamento.
“O consórcio é mais indicado para quem quer montar uma carteira de imóveis ou fazer um investimento para o futuro, porque não pode ter pressa para ocupar o bem”, explica a diretora da Ademilar, Tatiana Reichmann.
O advogado Alberto Fernandes Neto lembra que o consórcio pode demorar até 10 ou 15 anos. “Depende do plano escolhido, mas é maior a chance de interessado só receber bem no final do plano”, diz
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sábado, 8 de dezembro de 2012
PORTAL DAS TORRES EM BREVE LANÇAMENTO
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COLUNA IMOBILIÁRIA - JORNAL FOLHA NOVA
LONDRINA
UMA CIDADE DE GRANDES OPORTUNIDADES E GRANDES DESAFIOS.
A
Organização das Nações Unidas – ONU - produziu um importante estudo sobre
urbanismo intitulado “State of the World´s Cities (2012-2013)” que está
disponível no site da instituição mundial que executou o estudo,
www.unhabitat.org. Este documento contém valiosas informações para as cidades
brasileiras e em especial para Londrina.
O relatório
projeta Londrina como a principal metrópole do interior do país na próxima
década, apresentando altas taxas de crescimento populacional e desenvolvendo
relações de interdependência como centro de uma região de 11 municípios
vizinhos. O estudo projeta que até 2025 a Região Metropolitana de Londrina terá
perto de 944 mil moradores.
Segundo o
estudo, Londrina faz parte da lista de núcleos urbanos mundiais onde o
crescimento da população caminha rápido. Nossa cidade apresentará taxas de
crescimento populacional maiores que as de cidades importantes de nosso país,
como Campinas e Santos e até mesmo mais altas que as de capitais como Belo
Horizonte, Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro.
De acordo
com este estudo da ONU, Londrina e a região metropolitana apresentarão, no
período de 1990 a 2025, ou seja, em 35 anos, um crescimento populacional que
saltará de 491 mil habitantes para 944 mil; o que significará um aumento
demográfico de 92,2%. Para que se tenha uma idéia do que isto significa, no
mesmo período as populosas regiões metropolitanas do Rio e São Paulo deverão
crescer respectivamente 31,8% e 46,5%. Estamos falando da possibilidade de um
crescimento populacional extraordinário, motivado por uma conjunção de fatores
que combinarão fatores demográficos e sócios econômicos.
Este
relatório confirma as projeções otimistas que justificam o grande investimento
de poderosos grupos econômicos em nossa cidade e que investiram na construção
de um grande número de torres residenciais, comerciais e dos shoppings centers.
Notícias boas como a venda de 95% das
lojas do Londrina Norte Shopping num
tempo tão curto de empreendimento são a comprovação da viabilidade e resposta
da região norte de Londrina aos investimentos feitos aqui.
O relatório
da Organização das Nações Unidas (ONU) também fala que o grande desafio de
nossa cidade será superar os problemas que acontecem com o aumento de porte da
cidade em consequência da maior necessidade por transportes, da busca pelo
melhor atendimento médico, dos efeitos da crise ambiental e do trânsito das
populações, assim como do aumento do fluxo do dinheiro na região.
As soluções
urbanas integradas envolverão também os municípios da região que Londrina
centralizará e com os quais desenvolverá relações de interdependência para
mútuo crescimento e benefício.
Existe muito
trabalho a ser feito, um projeto para um futuro possível, cheio de otimismo,
que envolverá a administração pública e cada um dos cidadãos. Afinal de contas,
não é possível prever o futuro, mas é possível se preparar da melhor maneira
para um futuro possível.
Nassib R. Sahyun
Gestor de Negócios Imobiliários
Te.l: (43) 9117-40549(VIVO) , (43) 9684-2715 (TIM)
https://sites.google.com/site/nassibsahyun/
Chico Limoli
Consultor Imobiliário
Chico_limoli@hotmail.com
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Governo estuda manter IPI menor para linha branca
Atualizado: 08/12/2012 08:40 | Por RENATA VERÍSSIMO E ADRIANA FERNANDES, estadao.com.br
Mesmo contando com os efeitos das medidas já adotadas para fazer a economia voltar a crescer num ritmo de 4% em 2013, o governo estuda a possibilidade de manter alguns dos estímulos provisórios que deveriam ser retirados a partir de janeiro. Está em avaliação a prorrogação da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de produtos da linha branca e do Reintegra, regime que devolve às empresas 3% do faturamento com exportações.
Os benefícios podem, no entanto, sofrer algumas adaptações. No caso do IPI para produtos da linha branca, o governo estuda a possibilidade de tornar permanente parte da redução do imposto para alguns itens, como os chamados tanquinhos. Não está descartada a renovação do IPI para carros, segundo uma fonte da área econômica.
Uma das preocupações do governo é com o impacto no crescimento econômico e na inflação decorrente da retirada total dos incentivos no primeiro trimestre do ano que vem. Há uma avaliação de que a volta do IPI cheio pode arrefecer o ímpeto da retomada da atividade industrial.
Os dados mostram que as empresas estão desovando os estoques nesta primeira fase de recuperação da economia e manter a expectativa de demanda é importante para que a produção cresça com mais força. Mas ainda não há decisão por causa do impacto fiscal da renovação, mesmo que parcial. Isso só deverá ocorrer no fim do mês. Ainda pesa contra a renovação o efeito colateral negativo no comportamento do consumidor de sucessivas renovações do benefício.
Reintegra
Segundo fontes, o Reintegra pode ter mudanças na lista de produtos que geram direito ao crédito. A ideia original era que a relação de produtos fosse apenas de manufaturados, mas alguns semimanufaturados foram incluídos. Por isso, o governo pode tornar a lista mais enxuta.
O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior defende a extensão do programa no modelo em vigor por mais um ano, mas a Fazenda entende que o programa é caro e questiona a efetividade dos resultados gerados. A equipe do ministro Guido Mantega não gostaria de prorrogar o Reintegra, que tem uma renúncia fiscal estimada em R$ 5,3 bilhões ao ano. Mas o governo enfrenta uma pressão do setor empresarial, que pede a sua extensão.
"Neste momento tão delicado da economia mundial e de redução do saldo da balança comercial brasileira fica difícil não ter a prorrogação do Reintegra", diz um técnico do governo. Essa fonte lembra que somente agora o programa está "azeitado".
O governo tem sido pressionado pelos empresários a tomar uma decisão rápida sobre o Reintegra. Eles argumentam que as empresas estão inseguras para fechar os contratos de exportação sem uma definição se poderão contar com o benefício em 2013.
Brasil Maior
O Reintegra foi um mecanismo estabelecido no Plano Brasil Maior - a política industrial do governo Dilma Rousseff - para devolver até 3% dos impostos pagos na cadeia produtiva aos exportadores de bens manufaturados.
Embora tenha sido anunciado em agosto do ano passado, a sua regulamentação saiu apenas no fim de 2011, quando efetivamente entrou em vigor. Na ocasião na edição da MP do Brasil Maior, o câmbio era ainda de R$ 1,56 por dólar.
A lei prevê que a devolução dos impostos pelo Reintegra pode variar de 0,5% a 3% das exportações e ser definida conforme o produto. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Imobiliária utiliza chamadas curiosas para divulgar imóveis e aumenta suas vendas em 40%
Fonte: G1
O dono de uma imobiliária em São Vicente, no litoral de São Paulo, tem atraído clientes com placas bastante curiosas para anunciar imóveis à venda. Ele é o responsável pelos textos com as características dos apartamentos e, ao mesmo tempo, criar frases relacionadas ao imóvel brincando com sogras e argentinos, por exemplo. Com a atitude, Agemiro Durante Filho, de 69 anos, passou a chamar a atenção de quem passa na rua e aumentou as vendas com as placas inusitadas. Agemiro era taxista mas, há cerca de 40 anos, entrou para o ramo imobiliário a convite do irmão. Em um ano ele se tornou um dos melhores vendedores da imobiliária localizada próxima à praia do Itararé, onde está até hoje, agora como dono. Em 2008, a imobiliária não estava tendo sucesso nas vendas. Durante começou a usar a criatividade para inovar nas placas. Ele passou a criar histórias e contar piadas utilizando as características dos apartamentos e dos prédios. A partir da primeira placa divertida, as vendas começaram a aumentar. “De 30% a 40% são as placas que vendem”, afirma Durante.
O dono da imobiliária diz que precisa de inspiração para criar as frases nas placas. Algumas delas são escritas em folhas de sulfite. Já outros anúncios são feitos com giz em dois grandes quadros que ficam na porta da imobiliária. As brincadeiras são relacionadas a sogras, cunhadas, maridos, netos e também relaciona a questões sexuais e do trabalho. Um exemplo que retrata bem o estilo de Durante pode ser visto em uma das placas que tem a seguinte explicação. “Esse apartamento é ótimo pelo seguinte: caso você quebre o pau com a sua esposa ou sogra, você desce rapidinho e vai dormir nas duas garagens que o apartamento tem direito! O mais importante nisso é que você vai ficar longe da sua sogra! Que maldade gente! Eu faria ao contrário. Mandaria a sogra para a garagem! Ufa!”, mostra a placa. Depois da brincadeira, ele coloca todas as informações sobre o apartamento, a quantidade de quartos, cozinha, banheiros, localização, os diferenciais de cada um e também o preço. Os anúncios ficam na frente da imobiliária e também no site, que conta com as mesmas placas.
No escritório, onde escreve a maioria das frases das placas, ele já tem duas pastas cheias com as divertidas propagandas. Durante conta que depois que começou a fazer as placas engraçadas muitas pessoas comentam, dão risadas e começaram a chamá-lo de poeta. “Recebo até emails de parabéns pela coragem de escrever”, conta. Porém, outras pessoas até entram na imobiliária só para criticá-lo sobre as coisas que ele escreve. “Cerca de 10% não gostam, acham apelativo. Mas é nessa apelação que eu vendo. Eu quero é que chame atenção mesmo”, diz. A comerciante Ilda Fátima da Silva, de 53 anos, tem uma churrascaria próxima à imobiliária de Durante. Atraída pelas placas, ela já comprou quatro apartamentos no local. Além deste chamariz, ela conta que o atendimento também é um diferencial. “Ele é um grande profissional. Dá todas as informações com os dados do apartamento e entrega em uma pasta para a gente. Eu recomendo”, garante ela, que confessa que os clientes da churrascaria que passam em frente a imobiliária adoram ler as placas de Durante. “É muito interessante. Eu sempre leio. Não só eu como meus clientes também”, confessa.
Após alguns anos, Durante também passou a deixar mensagens para os clientes. Em datas especiais, como dia das Mães, Natal e Ano Novo, ele fala sobre seus familiares, sobre desejos e sobre a data. Assim, Durante conseguiu emocionar uma das pessoas que passava pela rua. “Uma mulher entrou aqui e disse que tinha ficada emocionada. E eu fiquei emocionado no dia. Ela falou assim. ‘O que o senhor escreveu na placa eu não consegui falar para o meu pai”, conta.
Além de divertir e emocionar os clientes, Durante consegue uma boa economia com a divulgação. “Não gastei mais anunciando em jornal”, conta ele, explicando que as pessoas que querem vender seus imóveis o procuram para prestar o serviço e exigem que a placa seja feita por ele. Raramente os corretores da imobiliária procuram os apartamentos. Ele garante que se um dia parar com a mania de fazer as frases engraçadas nas placas, o movimento nas vendas com certeza cairá. “Todo mundo já conhece o meu jeito. Tenho certeza que eles (clientes) não vão aceitar, vão saber que não é o ‘poeta”, finaliza.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
sábado, 1 de dezembro de 2012
COLUNA IMOBILIÁRIA NO JORNAL FOLHA NOVA.
JORNAL FOLHA NOVA COLUNA
IMOBILIÁRIA
DESENVOLVIMENTO DE NEGÓCIOS E PRODUTOS IMOBILIÁRIOS VISANDO O FUTURO DESTE MERCADO.
Nossa
cidade é extraordinária! De acordo com o caderno estatístico do município de
Londrina, publicado pelo Instituto Paranaense de desenvolvimento Econômico e
Social- IPARDES; o senso do IBGE de 2011 apontou uma população de 511.278
habitantes e, destes, aproximadamente 66% estão em idade economicamente ativa,
ou seja tem entre 15 a 65 anos. Outro dado interessante é que, do total das
riquezas geradas pelo município, aproximadamente 60% são oriundos do setor de
comércio e serviços. São dados muito positivos que nos mostram um perfil
promissor.
Muito se
especula sobre o futuro da cidade e sobre o futuro do mercado imobiliário de
Londrina. Uma das coisas que podemos afirmar é que este futuro dependerá do
novo Plano Diretor Participativo que está sendo votado na Câmara de
Vereadores.
O novo
Plano Diretor da cidade irá trazer novas normas para o uso do solo urbano,
liberando áreas para empreendimentos que modificarão a face da cidade. Através
desta nova legislação, estarão disponíveis áreas para a construção de edifícios
residenciais e comerciais, assim como grandes lojas comerciais em locais onde
antes não era possível em virtude das restrições do atual Plano Diretor.
Haverá, também, oportunidade de que novos empreendimentos de grande porte, como
hipermercados, centros logísticos, condomínios industriais e shopping centers,
sejam instalados em locais onde hoje não são permitidos, gerando uma maior
valorização em seu entorno, criando poder de atração de investimentos e de
novas atividades na região onde forem instalados.
Pensando
nestas novas oportunidades, e sabendo que estes novos empreendimentos serão
instrumentos de progresso para a cidade, de transformação social e de mudança
de comportamento da população, a imobiliária SANTAMÉRICA inova, mais uma vez,
criando um departamento de Desenvolvimento de Negócios e Produtos Imobiliários.
As
oportunidades que se desenvolverão a partir da criação do departamento de
Desenvolvimento de Negócios e Produtos Imobiliários serão variadas, assim como
as modalidades de participação que incluem os proprietários de terrenos, os
construtores, corretores, além dos investidores. A função deste novo
departamento é a formatação de empreendimentos imobiliários que se adequem às
novas realidades do mercado imobiliário londrinense de maneira a obter o melhor
aproveitamento possível das oportunidades imobiliárias de acordo com a nova
legislação e visando a máxima satisfação do cliente.
Para
tanto está sendo reunida uma equipe de profissionais altamente técnicos,
dinâmicos, criativos, com percepção das novas oportunidades que se apresentam
no mercado imobiliário; composta por Gestores de Negócios Imobiliários, Arquitetos,
Engenheiros e Advogados.
Sabemos
que não é possível prever o futuro, mas é possível preparar-se para um futuro
possível. A imobiliária SANTAMÉRICA é uma empresa com missão, visão e valores
definidos, e é este o nosso principal diferencial.
Nassib Raduan Sahyun
Gestor de Negócios Imobiliários
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Chico Limoli
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