desenvolvimento
de negócios E PRODUTOS imobiliários
VISANDO ATENDER AS NOVAS EXIGÊNCIAS DO MERCADO IMOBILIÁRIO
Nassib R. Sahyun e Chico Limoli
De acordo com o caderno estatístico do município de Londrina, publicado pelo
Instituto Paranaense de desenvolvimento Econômico e Social- IPARDES; o senso do
IBGE de 2011 apontou uma população de 511.278 habitantes e, destes, aproximadamente
66% estão em idade economicamente ativa, ou seja tem entre 15 a 65 anos. Outro
dado interessante é que, do total das riquezas geradas pelo município,
aproximadamente 60% são oriundos do setor de comércio e serviços. São dados
muito positivos que nos mostram um perfil promissor.
Muito se especula sobre o futuro da cidade e sobre o futuro do mercado
imobiliário de Londrina. Uma das coisas que podemos afirmar é que este futuro
dependerá do novo Plano Diretor Participativo que deverá estar pronto neste ano
de 2013.
O novo Plano Diretor da cidade irá trazer novas normas para o uso do solo
urbano, liberando áreas para empreendimentos que modificarão a face da cidade.
Através desta nova legislação, estarão disponíveis áreas para a construção de
edifícios residenciais e comerciais, assim como grandes lojas comerciais em
locais onde antes não era possível em virtude das restrições do atual Plano
Diretor. Haverá, também, oportunidade de que novos empreendimentos de grande
porte, como hipermercados, centros logísticos, condomínios industriais e
shopping centers, sejam instalados em locais onde hoje não são permitidos,
gerando uma maior valorização em seu entorno, criando poder de atração de
investimentos e de novas atividades na região onde forem instalados.
Pensando nestas novas oportunidades, e sabendo que estes novos empreendimentos
serão instrumentos de progresso para a cidade, de transformação social e de
mudança de comportamento da população, o Gestor de Negócios Imobiliários, profissional
com formação de nível superior do Mercado Imobiliário, inova, desenvolvendo
estudos e gerenciando a implantação de Produtos Imobiliários mais adequados à
realidade que o novo Plano diretor de Londrina disponibilizará.
As oportunidades que se desenvolverão a partir da criação destes serviços de
Desenvolvimento de Negócios e Produtos Imobiliários serão variadas, assim como
as modalidades de participação que incluem os proprietários de terrenos, os
construtores, corretores, além dos investidores. O
diferencial desta nova gama de serviços é a formatação de empreendimentos
imobiliários que se adeqüem às novas realidades do mercado imobiliário
londrinense de maneira a obter o melhor aproveitamento possível das
oportunidades imobiliárias de acordo com a nova legislação e visando o
atendimento às necessidades dos clientes.
Para tanto o Gestor de Negócios Imobiliários interage com uma equipe de
profissionais altamente técnicos, dinâmicos, criativos, com percepção das novas
oportunidades que se apresentam no mercado imobiliário; composta por
Arquitetos, Engenheiros, Advogados, Contadores, Agrônomos, Economistas e
Publicitários.
Acreditamos que as boas oportunidades ligadas às transações imobiliárias vêm
pelas mãos de profissionais cuja formação e credenciamento garantem segurança
às transações imobiliárias.
Considerados
um dos investimentos mais significativos da vida de qualquer pessoa, a casa ou
o apartamento, em algum momento irão necessitar de reparos ou até mesmo uma
ampla reforma.
Nesta hora,
é importante o morador tenha em mente que o desgaste e a desatualização que o imóvel sofre pelo
uso ou pela ação do tempo não deve desvalorizá-lo no momento de uma possível
venda da propriedade.
Segundo
especialistas do mercado imobiliário, além da localização do imóvel, a
aparência e melhores condições de uso proporcionadas por reformas e
atualizações poderão valorizar o preço deste em até 25%.
De encontro a
estas necessidades, um novo conceito de reforma e decoração de imóveis visando
a venda, pouco usado no Brasil, mas bastante conhecido nos Estados Unidos,
promete valorizar e agilizar a comercialização de casas e apartamentos.
O “Home
Staging” é um método de repaginação do imóvel com objetivo de tornar o imóvel
mais atrativo aos olhos do futuro comprador.
O especialista
neste conceito, Wanderley Revert, que já trabalha com esse método a 14 anos nos
Estados Unidos explica que existem duas formas de repaginação.
A primeira é
apenas decorativa. Neste caso, o imóvel vazio é decorado com móveis alugados
para despertar a imaginação do cliente quanto as possibilidades e após a venda
a mobília é retirada.
A segunda
opção consiste na reforma da casa toda, sempre levanto em consideração o valor
do imóvel e quanto irá retornar na venda. Essa opção é mais indicada em
propriedades que estejam mais desgastadas.
Estes reparos
e reformas podem ir além do imaginado tornando-se uma verdadeira atualização
dos sistemas e acabamentos, uma repaginação do conceito de morar que o imóvel
apresentava, fazendo com que este seja modernizado e se torne mais atrativo ao
comprador.
O espaço de
qualquer imóvel é desenvolvido dentro de uma condição neutra, para que agrade a
maioria dos públicos e esta característica deve ser mantida quando a venda
poderá ser cogitada.
Os
especialistas dizem que em uma casa vazia o comprador não consegue ter noção de
como aproveitar aquele espaço e tende a acentuar os defeitos do imóvel.
Dentro deste
novo conceito para os profissionais do mercado imobiliário brasileiro, é
preciso sabe usar o espaço e mostrar ao cliente o que ele poderia fazer,
aguçando o desejo de compra.
Tendo em vista
que estatísticas do mercado imobiliário nos mostram que o comprador é
fortemente influenciado sobre o imóvel com as impressões causadas nos primeiros
30 segundos de visitação, devemos levar em conta detalhes importantes da preparação
do imóvel para venda.
Por exemplo,
na hora de abrir o portão de uma casa a venda, o cliente pode ser bem
impressionado por um jardim lindo e bem cuidado. Tudo deve estar perfeito para
que o comprador se imagine morando no imóvel.
Já existem
arquitetos londrinenses que estão se especializando neste inovador conceito e
temos observado em toda a cidade uma série de proprietários de imóveis que
poderiam se beneficiar disto e obter melhores resultados na comercialização de
suas propriedade.
Dezoito milhões de pessoas, 78% com cartão de crédito e com renda salarial média de R$ 3.247. Qual mercado não gostaria de aproveitar tal potencial de consumo?
Esse é o resultado de pesquisas sobre o consumo de homossexuais no Brasil, que, além de todos estes pontos positivos, ainda gastam 30% mais na comparação com heterossexuais.
O Banco Itaú já oferece a opção de financiamento imobiliário para duas pessoas solteiras do mesmo sexo que vivem em conjunto, sem relação de parentesco entre si.
A Tecnisa, do ramo imobiliário, percebeu que casais homossexuais gostam de apartamentos customizados e investiu na formatação de seus lançamentos para agradar este público, como banheira de hidromassagem, cozinha americana, closet e academia.
Além disso, inovou ao lançar uma propaganda com uma imagem de duas cuecas penduradas em um varal, com a frase “mais cedo ou mais tarde, vocês vão morar juntos”. Não são ações que excluem o público heterossexual, mas que convidam os homossexuais a participar de maneira igualitária.
Fonte: Excerto do texto de Gabriel Rossi - palestrante e especialista em marketing branding e cibercultura.
O Gestor de Negócios Imobiliários
e a Gerencia de Vendas na
Empresa Imobiliária
Certa
vez um dos maiores e mais respeitados estudiosos sobre a administração moderna
de empresas, Peter Drucker, durante uma longa discussão sobre a eficácia no gerenciamento
de empresas disse: "Permita-me dizer com toda a sinceridade: não
acredito em líderes. Toda essa conversa sobre liderança é uma bobagem
perigosa." E continuou explicando:“. . . embora as pessoas sigam os
líderes, muitas vezes eles não conduziam seus liderados para a direção correta
podendo causar desastres. . .” Concluindo a discussão, Peter Drucker
mostrou que toda empresa precisa de gestores e não apenas de
líderes.
Na verdade, o pai da administração moderna nos advertiu sobre o
perigo da liderança e tomada de decisão sem critérios. Pessoas em posição de
tomar decisões que podem influenciar a situação das empresas e consequentemente
das pessoas que compõem a empresa e da comunidade onde esta empresa está
inserida devem ter o devido preparo para gerir.
Mas, afinal de contas, o que diferencia tanto o Gestor a ponto
dele ser tão bem recomendado por um estudioso tão importante sobre
administração de empresas?
De modo simplificado, podemos dizer que o Gestor é o
profissional que faz as pessoas realizarem as tarefas de forma mais eficiente e
eficaz, utilizando para isto o conhecimento técnico e científico da
administração. Podemos dizer que a eficiência trata sobre realizar as tarefas
de acordo com as regras previstas para que aconteçam e a eficácia trata sobre
atingir os objetivos propostos.
O Gestor segue procedimentos e regras com o objetivo de produzir
mais e melhor aplicam basicamente quatro princípios no desempenho de suas
atribuições: planejamento, organização, direção e controle dos projetos
desenvolvidos.
Na gerencia de vendas de uma empresa imobiliária, o Gestor de
Negócios Imobiliários desempenha várias atribuições diariamente.
Seu objetivo básico é gerenciar a equipe de vendas cuidando para que esta
desenvolva cinco grandes tarefas: o atendimento aos clientes de forma adequada
e com qualidade, a prospecção de novas oportunidades de negócios para a empresa
e para seus clientes, a realização de forma eficiente e eficaz do processo de
vendas, o desenvolvimento do atendimento pós venda de maneira a gerar
fidelização dos clientes e o contínuo processo de aprimoramento da equipe de
vendas.
Mas o Gestor deve também exercer de forma clara e firme a
coordenação dos trabalhos da equipe de vendas reforçando o conceito de
hierarquia e sendo um o elemento de comunicação entre a direção da empresa e a
equipe.
O gerenciamento da equipe de vendas de uma empresa imobiliária não é uma tarefa
simples, demanda um profissional com grande conhecimento técnico, experiência,
pró-atividade, versatilidade, dinamismo, persistência, que esteja focado nos
resultados, mas principalmente que tenha como marca registrada o comportamento
ético.
Segundo estudo da Right Management, os cargos de Média Gerência apresentaram as maiores oportunidades em 2012, representando 43% do total das vagas ofertadas
SÃO PAULO - As vagas de cargos de coordenação, média e alta gerência aumentaram em 2012. Segundo estudo da consultoria pertencente ao ManpowerGroup, Right Management, os cargos de Média Gerência apresentaram as maiores oportunidades em 2012, representando 43% do total das vagas.
As oportunidades para Alta Gerência aparecem em seguida, com 20%, e Coordenação ficou com a terceira posição com 14%. De acordo com o estudo, os resultados apresentados são comuns e se repetem ano após ano com certa frequência.
“Abrir vagas e encontrar bons profissionais para cargos de diretoria requer mais cautela, por conta das responsabilidades que lhes serão designadas na empresa, ainda mais com o atual cenário que o País enfrenta, com a escassez de profissionais qualificados”, afirma a coordenadora de transição de carreira da Right Management, Telma Guido. As vagas para Alta Gerência ocupam a segunda posição, com 20% (Getty Images)Para ela, não é atípico o mercado ofertar maior quantidade de vagas em nível de Coordenação, Especialistas, Média e Alta Gerência. “É natural ter mais posições abertas do que em níveis de diretoria, onde a dificuldade de se achar o profissional é da mesma proporção que a responsabilidade do cargo”, acrescenta. Economia afetou o mercado A pesquisa afirma ainda que, economicamente, o ano de 2012 não foi tão marcante para o Brasil como nos anos anteriores, onde a quantidade de vagas abertas para executivos teve números significativos.
No ano, especialmente por conta da crise financeira mundial, o número dessas vagas e contratações sofreu uma queda, principalmente em empresas multinacionais, mas mesmo assim, foi um bom ano em relação as contratações.
“Os anos de 2010 e 2011 foram mais ofertantes, com economia mais aquecida e, portanto com maior quantidade de vagas para os executivos do que 2012. De qualquer forma podemos considerar que o ano foi positivo para oportunidades, já que as previsões econômicas, como o PIB, não foram correspondidas”, completa a coordenadora. Setores que mais contrataram O setor Industrial continua com as maiores ofertas do mercado, com 48% das vagas. Dentro do setor, os segmentos que mais ofertaram vagas foram: Construção Civil (15,7%), Automotivo/Autopeças (10,6%), Bens de Consumo (8,2%) e Farmacêutico (6,6%).
“Apesar do ritmo de contratação ter diminuído em 2012, a Construção civil se mantém como uma área com alto nível de oportunidades, principalmente pelos eventos que o País veem recebendo, além dos já programados para os próximos anos”, comenta Telma.
O Setor de Serviços, segundo maior empregador com 29% das oportunidades, teve como destaques os segmentos de Tecnologia da Informação (24,7%), Serviços Especializados (21%) e Telecomunicações (11,6%). Os setores Financeiro e Comercial aparecem no estudo com 5%.