segunda-feira, 26 de agosto de 2013

27 DE AGOSTO DIA DOS CORRETORES PENSEM GRANDE!

DESEJO MUITAS FELICIDADES A TODOS OS CORRETORES NESTE NOSSO DIA 27 DE AGOSTO 2013 E ME COLOCO A DISPOSIÇÃO PARA PARCERIAS, UM GRANDE ABRAÇO A TODOS OS COMPANHEIROS!










domingo, 25 de agosto de 2013

SHOPPING POPULAR SERÁ A GRANDE ATRAÇÃO NA PERIFERIA.

17/07/2013 09h12 - Atualizado em 17/07/2013 09h12

Serão investidos mais de R$ 17 milhões na obra.
Prédio terá 3 andares e contará com jardins e praça de alimentação.

Da janela dos boxes do camelódromo, localizado no calçadão da rua Benjamin Constant, é possível visualizar a área de 12 mil metros quadrados onde será construído o Shopping Popular. O terreno fica ao lado do Terminal Urbano de Rio Branco. Serão investidos R$ 17,3 milhões na obra, que pretende beneficiar cerca de 450 comerciantes.
Está planejada a construção de um prédio de três andares, contendo boxes onde funcionarão os comércios, praça de alimentação e jardins. De acordo com o prefeito Marcus Alexandre os trâmites para a construção do centro de compras avança, e nos próximos dias o processo de licitação para a obra deve ser aberto.
A entrega da obra está prevista para o primeiro semestre de 2015. Após a conclusão, o calçadão da rua Benjamin Constant passará por revitalização.  O projeto é manter apenas alguns boxes no calçadão e abrir mais espaços para a circulação de pedestres."Foi constituída a comissão de transparência formada pelos comerciantes, camelôs, pelo Sebrae e representantes da sociedade civil para acompanhar o passo a passo, desde a licitação ate o início e construção das obras", afirma o prefeito.
A comerciante Isa Pereira aprova a construção do Shopping Popular. "Pelo menos a gente vai sair da beira da calçada, não vai pegar mais chuva, sol", afirma. Pedro Oliveira também trabalha como comerciante no calçadão e acredita que a obra trará mais segurança em seu trabalho. "O prédio vai abrigar muita gente, cada um no seu lugar certo. Não tem coisa melhor do que ficar em segurança em um lugar que passam muitas pessoas por dias", disse.
Colaborou Lillian Lima, da TV Acre
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SHOPPING NA PERIFERIA É UM BOM NEGOCIO?

Empresário quer construir shopping de R$ 22 mi em favela no Rio

22 de Março de 2013 • 07h57 •  atualizado 08h02
CAIO QUERO
Direto de Rio de Janeiro
Ruas íngremes e estreitas ladeadas por barracos e casas de alvenaria improvisadas. Fábricas abandonadas, pequenos botecos e uma população de mais de 69 mil pessoas que vivem em uma das áreas com os piores índices de desenvolvimento social da cidade do Rio de Janeiro.
Foi no cenário do Complexo do Alemão, na zona norte do Rio, que um empresário fluminense viu o local ideal para a construção de seu primeiro grande empreendimento: um shopping center.
Orçado em cerca de R$ 22 milhões, o novo centro comercial deve abrigar 500 lojas e tem previsão de inauguração para novembro. As obras ainda não começaram e o local exato onde será instalado o shopping ainda é incerto, mas uma característica já faz com que ele seja diferente dos mais de 800 empreendimentos do tipo espalhados pelo Brasil: 60% das lojas serão comandadas por moradores da favela.
O responsável pelo projeto também não é um empresário comum. Ex-morador de rua e de favela, produtor musical, escritor, documentarista, além de criador e ex-coordenador da CUFA (Central Única das Favelas) - uma das ONGs mais influentes do País -, Celso Athayde decidiu deixar de lado suas outras atividades para fundar a Favela Holding (FHolding), guarda-chuva que reúne dez empresas que atuam exclusivamente em favelas.
"A FHolding é uma holding (espécie de sociedade) de empresas que tem o objetivo de trazer oportunidades de negócios em que a favela é a protagonista, seja na produção de empregos, seja (no estímulo) ao empreendedorismo", disse Athayde em entrevista concedida durante um passeio pelo teleférico do Complexo do Alemão.
Potencial
A ideia surgiu a partir da constatação do potencial de mercado das favelas aliada à dificuldade ou resistência de empresários para entrar nestes territórios.
Segundo um levantamento do DataFavela - parte da FHolding e fruto de uma parceria entre Athayde e o instituto de pesquisas Data Popular -, cerca de 12 milhões de pessoas moram em favelas no Brasil. Juntas, elas ganham R$ 56 bilhões por ano, uma renda comparável do Produto Interno Bruto (PIB) da Bolívia.
"As pesquisas estão aí, portanto ninguém mais duvida que tenha oportunidade. Mas como é que você (empresário) acessa essas oportunidades em um território que não é organizado? Então, mais do que reclamar, a favela precisa se organizar para poder aproveitar essas oportunidades."
O chamado "favela shopping" é a cereja no bolo do projeto da FHolding, que inclui, entre outras iniciativas, o instituto de pesquisas, uma parceria com a editora Objetiva para a publicação de livros de autores de comunidades, uma fábrica de móveis e uma sociedade com uma produtora de eventos de MMA (artes marciais mistas).
Resultado de uma parceria entre Athayde e o empresário mineiro Elias Tergilene, da rede de shoppings populares UAI, segundo seus idealizadores, o centro comercial pode gerar 6 mil empregos diretos apenas na comunidade do Alemão. Athayde ainda prevê a criação indireta de outros 4 mil postos.
A receita para causar esse impacto é contratar 100% dos funcionários na própria comunidade, além de ter 60% das lojas do shopping comandadas por moradores do Alemão, por meio de um recurso que Athayde batizou de "franquia social".
Classe média
Já que a imensa maioria dos habitantes de comunidades como o Complexo do Alemão não possui o capital para investir algumas dezenas de milhares de reais em uma franquia tradicional, a solução foi procurar diversas marcas para convencê-las a abrir mão desse investimento para que os moradores entrem na sociedade apenas com a força de trabalho.
Com as negociações ainda em andamento, Athayde prefere não divulgar os nomes das marcas que já aceitaram o acordo.
"São 60% (de lojas comandadas por moradores), considerando que há marcas que não têm como fazer franquias, como bancos, Casas Bahia... (As marcas) vão ter que abrir mão desse dinheiro e vão ter que qualificar esses novos sócios. É esse padrão que vai ser a particularidade do 'favela-shopping', um shopping que traz oportunidade de negócios para a favela e para o empresário."
O contrato entre a marca e o franqueado ainda prevê o fim do negócio caso o morador deixe a favela. A seleção de quem irá comandar as lojas do shopping deve ser feita por meio de concursos, segundo Athayde.
"As pessoas me perguntam se essa holding me tirou do movimento social. Mais ou menos. Porque quando eu faço um shopping center, estou pensando não só em empregar 10 mil pessoas, mas em transformar 420 famílias de dentro da favela em pessoas de classe média alta ou de classe A, estou criando renda e trabalho para a favela", diz.
Após a inauguração do novo shopping, a ideia é abrir mais quatro empreendimentos do tipo, em favelas pacificadas e não pacificadas por UPPs.
Social,br>Se o modo de administração das lojas do shopping será por meio de franquias sociais, o mesmo pode ser dito sobre as outras empresas da FHolding. Enquanto sócios como a Rede UAI, Data Popular e editora Objetiva entram com o capital, Athayde entra com sua experiência dentro das comunidades.
"Não sou especialista em nenhuma dessas áreas específicas e nenhum desses especialistas nessas áreas específicas é especialista em favelas. Então, eu sou pós-graduado em favela, uma autoridade nesse assunto, e isso tem um valor", diz.
Nascido em Nilópolis, na Baixada Fluminense, Athayde viu seus pais se separarem quando tinha sete anos. O divórcio fez com que ele, a mãe e um irmão fossem obrigados a morar na rua.
"Fiquei morando na rua até os 14. Literalmente na rua, debaixo do viaduto, vivendo de pequenos furtos, esmola... Aos 14 eu fui morar em um abrigo público, fiquei lá dois anos, até ir para uma favela, que é a favela do Sapo, sistema do Camará (zona oeste do Rio)", conta.
Nos anos 1990, Athayde se tornou camelô no bairro de Madureira, zona norte, onde também organizava bailes debaixo de um viaduto. Foi por meio deles que conheceu o grupo de rap paulistano Racionais MC's, de quem se tornaria produtor.
O contato com o mundo do hip hop desembocaria na criação, em 1999, da Central Única das Favelas (Cufa), junto com o também rapper MV Bill - com quem Athayde também escreveria os livros Falcão - Meninos do Tráfico e Falcão - Mulheres e o Tráfico.
A parceria com MV Bill também resultou na produção do documentário Falcão - exibido pelo programaFantástico, da rede Globo, em 2006 e que, assim como o livro de mesmo nome, fala sobre participação de menores de idade no tráfico de drogas.
Com 50 anos completos no final de fevereiro, Athayde deixou oficialmente a coordenação da Cufa para assumir de vez seu lado empreendedor, embora não abandone o discurso social.
"Eu não estou falando de um shopping, eu estou falando de um início de um processo de valorização de um território, estou falando em criar desenvolvimento.... Se a favela não se desenvolver, só vai aumentar a distância entre o Brasil que se desenvolveu e ela. Parceiro, ou a gente distribui a riqueza, ou a gente vai ter que continuar a dividir as consequências da miséria."

Tempo para efetivar compra do imóvel pode cair para 30 dias



 / Exigência de menor pesquisa sobre vendedor pode acelerar trâmite para compra da casa
Exigência de menor pesquisa sobre vendedor pode acelerar trâmite para compra da casa
IMÓVEL USADO
Proposta sugere que todas as informações do imóvel sejam registradas da matrícula, inclusive dívidas e processos judiciais que possam envolver o bem
Publicado em 25/08/2013 | TAIANA BUBNIAK
Um projeto de lei que tramita na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara de Deputados pode facilitar a vida do comprador de imóveis. O projeto 5.708/2013 propõe uma mudança com relação ao registro de informações relativas a um imóvel. De acordo com a proposta, todas as informações referentes ao imóvel terão de estar na matrícula do bem: além de dados sobre reformas ou mudanças na estrutura, inclusão de registros sobre a presença do imóvel em espólio ou bloqueio na Justiça.
A medida, que quer reunir todas as informações no mesmo lugar, será capaz de gerar economia de tempo na efetivação do contrato de compra e venda. “Antes, o comprador precisava ir atrás das informações sobre o imóvel nos cartórios, para se certificar de que não havia nenhum problema. Se essa regra for aprovada, o processo vai ficar menos burocrático”, comenta a advogada Oksana Guerra, especialista em direito imobiliário. De acordo com ela, o prazo para efetivar a compra de imóvel deve diminuir para menos de 30 dias. Atualmente, o tempo médio de espera para efetivação da compra é de quatro meses, dependendo do tipo de documentação necessária.
Ponto para comprador
A proposta também distribui a responsabilidade sobre as informações do imóvel, que hoje em dia é apenas do comprador. A responsabilidade de registrar na matrícula do imóvel todas as informações passará a ser do proprietário e de algum terceiro que tenha algum litígio com repercussão financeira contra o imóvel. Na prática, o comprador não vai precisar mais fazer a pesquisa em cartório de diversas certidões para verificar se o imóvel está bloqueado pela Justiça, consta como espólio ou foi usado como garantia em empréstimo, por exemplo. “Se o imóvel for comprado e depois um terceiro vier reclamá-lo, o comprador poderá acionar o primeiro proprietário, que deverá arcar com o ônus”, explica a advogada.

Locação quanto vale meu imóvel?

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Daniel Castellano/ Gazeta do Povo
Daniel Castellano/ Gazeta do Povo / Aumento da oferta de imóveis para locar torna o mercado mais competitivo e é preciso oferecer um produto atrativo sem aumentar preçoAumento da oferta de imóveis para locar torna o mercado mais competitivo e é preciso oferecer um produto atrativo sem aumentar preço
Proprietário deve ficar atento à oscilação do mercado: com oferta maior, inquilino negocia preço e condições
Publicado em 18/08/2013 | BIA MORAES E TAIANA BUBNIAK

O grande volume de imóveis novos sendo entregues em Curitiba vem aumentando o leque de opções para quem busca alugar casa, apartamento ou ponto comercial. Muita gente que comprou imóvel na planta está saindo do aluguel e passando para a casa própria. Outra parcela significativa dos compradores de lançamentos é formada por investidores, que agora colocam as unidades para alugar em busca do rendimento. É um bom momento para o inquilino, que pode escolher com calma onde quer morar ou instalar seu negócio, pedir benfeitorias no imóvel e negociar o preço.
“Há um crescimento, mas isso não significa que está sobrando imóvel para alugar, e sim que o inquilino tem opção de escolha e pode decidir melhor”, comenta a gerente-geral do Grupo Gonzaga, Lucia Shaicoski. Ela diz que o cenário é diferente de alguns anos atrás, quando a oferta era menor. Agora, o proprietário precisa pensar duas vezes antes de negar uma reforma e tem de estar aberto a renegociar o valor do aluguel – do contrário, corre o risco de ficar com o imóvel vazio e amargar prejuízo.

Divulgação
Divulgação / Augusta Loch, gerente da Senzala Imóveis, diz que investimento no imóvel significa locação aceleradaAmpliar imagem
Augusta Loch, gerente da Senzala Imóveis, diz que investimento no imóvel significa locação acelerada
Mercado
Nos últimos 12 meses, preço do aluguel variou 2,88%
A pesquisa mensal realizada pelo Instituto Paranaense de Pesquisa e Desenvolvimento do Mercado Imobiliário e Condominial – um dos agentes de serviço do Sindicato da Habitação no Paraná (Secovi-PR), mostra que o preço dos alugueis de imóveis residenciais, com relação a junho, variou 1,2%. Os destaques da pesquisa, que puxaram a média, foram as kitinetes, que cresceram 3,38% e apartamentos com dois dormitórios (2,69%). A variação média para os últimos 12 meses ficou em 2,88%.
O índice de locação sobre a oferta de residenciais ficou em 12% em julho. O índice apresentou um decréscimo de pouco mais de um ponto percentual em relação a junho, quando a média foi de 13,38%. Isso significa que a locação foi um pouco mais lenta no último mês.
Segundo o presidente do Inpespar e vice-presidente de economia e estatística do Secovi, Luiz Fernando Gottschild, o mercado imobiliário, de maneira geral, vive um momento de estabilidade. “Não estamos mais naquele momento de euforia que tivemos entre 2005 a 2011, quando as vendas estavam acima da média”, explica. “Os dados nos demonstram pequenas variações mês a mês e a tendência é de que o mercado continue estável e, com relação aos preços, vemos que estão acompanhando a inflação”, pondera.
“O inquilino está com o poder de barganha. É importante deixar claro para os proprietários que eles podem ter de abrir mão de R$ 50 ou R$ 100 mensais, mas isso é melhor do que perder o cliente, principalmente se for um inquilino pontual no pagamento”, comenta a gerente da Senzala Imóveis, Augusta Coutinho Loch.
Equívocos
Ela conta que muita gente que pretende colocar o imóvel para locação “determina” o valor equivocadamente falando com vizinhos ou observando anúncios no mesmo bairro. “Há quem converse com outros moradores do mesmo condomínio para saber sobre preços. Essa pessoa chega na imobiliária acreditando que aquele valor é viável, mas há muitas outras variáveis de mercado que devem ser consideradas”, diz Augusta.
Na Gonzaga, os proprietários começaram a ser contatados há cerca de doze meses para conversar. O objetivo era mostrar o cenário atual do mercado imobiliário de locação. “Nossos gerentes passaram a explicar que seria necessário estar aberto à negociação e que é preciso fazer investimentos no imóvel para manter o inquilino, pois ninguém quer ficar em um lugar que apresenta problemas”, conta Lucia Schaicoski.
Atraente
O proprietário precisa colocar elementos atrativos no imóvel, incluindo mobiliário e reformas, explica Augusta Loch. “O investimento no imóvel significa que você vai locar mais rápido e não por um preço maior”, diz a gerente da Senzala.
Demora para locar pode significar preço alto demais
A velocidade de locação é um fator que não pode ser desconsiderado, aponta Henrique Vianna, diretor de locações do Grupo Apolar. Imóvel parado representa custo para o locador, entre taxas de condomínio, impostos e outros itens.
“Se o imóvel fica mais de três meses anunciado sem fechar negócio é hora de o proprietário fazer alguma coisa”, ressalta. “Deve-se levar em conta a questão custo-benefício e as oscilações do mercado ao decidir baixar o valor do aluguel ou investir em melhorias”.
Rendimento
Vianna explica que o rendimento mensal do imóvel colocado para locação está girando entre 0,5% a 0,7% do valor do bem, podendo alcançar até 0,8%. “Claro que há exceções, mas essa tem sido a média”, aponta. Apartamentos em estilo loft, novos e mobiliados, são os imóveis que alcançam boa rentabilidade no mercado.
Para Augusta Loch, da Senzala Imóveis, as características desse momento não devem se prolongar. Ela acredita que dentro de pouco mais de um ano a relação entre oferta e procura deve ficar mais equilibrada, inclusive com imóveis de maior qualidade à disposição dos locatários.


sábado, 24 de agosto de 2013

ZONA NORTE SENDO MUITO PRESTIGIADA E MOSTRANDO SUA FORÇA, PARABÉNS!



há 48 minutos via iOS 

Entrega das primeiras unidades habitacionais do empreendimento da Yticon na Zona Norte de Londrina. Estive presente e gostei muito do padrão de acabamento do empreendimento. Conversando com o superintendente da Caixa Econômica, ele me disse que a empresa Londrinense, em função da qualidade e da velocidade com que conduziu a obra, receberá um atendimento dirigido apenas às melhores empresas do ramo em todo o Brasil por ocasião dos próximos empreendimentos.


·         Você e outras 99 pessoas curtiram isso.
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Silvia Rodrigues uaauu ! parabens prefeito , só que precisa de uma casa propria sabe como isso tem valor!

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Alessandra Moraes Imagino a alegria dessas famílias. Sucesso a todos.

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Joicy Tobias Ricci Parabéns !

Maria Lucia Feitosa Parabéns Prefeito, ainda tem muita gente precisando de moradia, siga em frente !!!!


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Chico Limoli Mais uma prova que a Região Norte/Noroeste está mostrando sua força e os grandes empresários estão muito bem sintonizados.


Prospecção: Os sete maiores erros cometidos pelos corretores de imóveis


Consistência e prospecção contínua são necessárias para qualquer corretor ampliar o seu negócio, entretanto, muitos deles acabam cometendo erros simples que os distanciam de alcançarem o retorno que desejam. Baseando-se nessa premissa, David Moyer, vice-presidente executivo da Century 21 Brasil destaca os sete maiores erros cometidos pelos corretores imobiliários:

1- NÃO PROSPECTAR MAIS

A prospecção é a melhor maneira de corretores encontrarem possíveis clientes, o que irá, eventualmente, trazer sucesso no fechamento de transações nas semanas e meses posteriores. Se o corretor não fizer o que for necessário para encontrar as melhores pessoas para trabalhar em determinado segmento de mercado, os concorrentes irão encontrá-las e aproveitar os negócios. Muitas pessoas comprarão, venderão ou arrendarão imóveis na região nos próximos meses. O corretor tem que estar pronto e disposto a fazer o que for necessário para encontrar estas pessoas antes que os concorrentes desenvolvam relacionamentos próximos a eles.

2- A PROSPECÇÃO COM UMA MÁ ATITUDE

Quando a atitude do corretor é positiva, bem humorada, as pessoas se sentem mais confortáveis com o contato. Quando os prospects (possíveis clientes) precisarem de um serviço imobiliário, é muito provável que preferirão fazer negócios com um corretor que lhes proporcionou o melhor impacto ou a melhor impressão.

Sempre que uma atividade de prospecção for realizada com uma atitude positiva e a certeza de que irá encontrar boas oportunidades de negócio, quase sempre isso trará retornos efetivos nos negócios.

3- NÃO FICAR EM CONTATO COM OS PROSPECTS

A prospecção é apenas uma parte do quebra-cabeça e, para ter sucesso no mercado imobiliário, é preciso ficar constantemente em contato com os prospects, de forma a evitar que o cliente potencial realize a transação imobiliária com um concorrente.

Há muitas maneiras de utilizar novas tecnologias para ficar em contato com os prospects, porém, o melhor caminho para trabalhar é com exclusividade. Exclusividade e relacionamentos de negócios profissionais são o que levam ao sucesso.

4- NÃO PROSPECTAR AS PESSOAS CERTAS

Os corretores precisam ter certeza de que estão prospectando as pessoas certas nas áreas corretas, que irão fechar o tipo de negócio desejado. Em São Paulo, por exemplo, se o corretos deseja trabalhar com imóveis comerciais, deve focar em áreas “pesadas”, como Paulista, Faria Lima etc. Se quiser trabalhar com propriedade de luxo, talvez Jardins, Moema, Morumbi, entre outros, sejam lugares que você deve concentrar os seus esforços.

5- NÃO PEDIR POR INDICAÇÕES

Na prospecção, se o corretor pedir indicações aos clientes – perguntar se eles conhecem alguém que esteja interessado em comprar ou vender imóvel -, os resultados poderão ser drasticamente aumentados. Se nenhum dos possíveis clientes estiver interessado em serviços imobiliários hoje, pode conhecer alguém que esteja. Além disso, se o corretor tiver uma atitude positiva, a probabilidade de receber uma indicação é muito maior.

O corretor não pode se esquecer que, quando estiver prospectando, não estará apenas prospectando a pessoa com quem estiver falando naquele momento, mas também possíveis clientes futuros, através de indicações de negócios.

6- NÃO TER UM PLANO DE MARKETING DIRETO

Utilizar o marketing direto é, essencialmente, prospectar por escrito. Se o corretor tem uma região com milhares de pessoas para prospectar, é impossível falar com cada uma delas todos os meses. O marketing direto permite que o corretor os alcance com freqüência, lembrando-os de quem é e de quais serviços têm disponíveis. Para ter sucesso, o marketing direto requer consistência e comprometimento. Quanto mais o corretor se envolver no marketing direto, mais aumentarão as chances de um dos prospects procurarem pelos serviços oferecidos no momento que receberem os materiais.

O marketing direto acontece de muitas formas e não tem que ser caro. Hoje, muitos corretores utilizam com sucesso mídias sociais online para alcançar os resultados esperados. Materiais de divulgação permanecem com os prospects por anos, até que eles, um dia, precisem dos serviços e lembrem-se do material enviado.

7- DESISTIR NO COMEÇO DO TRABALHO DE PROSPECÇÃO

Para Moyer, este é o maior erro e, também, o mais comum. Para alcançar sucesso na carreira imobiliária, a prospecção e o marketing precisam ser constantes. É de senso comum no setor que existe um período de tempo entre o contato com o prospect e a real necessidade do serviço. Se o corretor se distrair e parar de prospectar e de realizar o marketing verá, inevitavelmente, uma lacuna no rendimento durante as semanas e meses seguintes.

O recomendado é que os corretores prospectem todos os dias, agendando um tempo especificamente para a prospecção, seja por telefone ou e-mail. Isto inclui, também, a atualização do twitter, blogs imobiliários e redes de networking. 

O que o corretor de imóveis deve fazer por você



Quando necessitamos na vida de qualquer serviço, procuramos o profissional habilitado para prestá-lo, seja ele um médico, um arquiteto, advogado, contador. São pessoas que estudaram e se aperfeiçoaram para exercer suas atividades. E assim também é com o corretor de imóveis. Na hora em que pensamos em realizar uma transação imobiliária, de compra ou de aluguel, é ele o profissional gabaritado para intermediar o negócio e conduzi-lo da melhor forma.

O trabalho do corretor é muito mais abrangente do que apresentar as partes interessadas, encaixando as necessidades de quem compra e quem vende, do locatário e do locador. Como define o art. 723 do Código Civil, “O corretor é obrigado a executar a mediação com diligência e prudência, e a prestar ao cliente, espontaneamente, todas as informações sobre o andamento do negócio. Parágrafo único. Sob pena de responder por perdas e danos, o corretor prestará ao cliente todos os esclarecimentos acerca da segurança ou do risco do negócio, das alterações de valores e de outros fatores que possam influir nos resultados da incumbência.” (NR).

O Código de Ética da categoria também tem um artigo exclusivamente dedicado à relação do corretor com os clientes. Ele estabelece que o profissional deve:
http://www.creci-rj.gov.br/site/uploads/site/marcador_peq_02.jpg inteirar-se de todas as circunstâncias do negócio, antes de oferecê-lo;
http://www.creci-rj.gov.br/site/uploads/site/marcador_peq_02.jpg apresentar, ao oferecer um negócio, dados rigorosamente certos, nunca omitindo detalhes que o depreciem, informando o cliente dos riscos e demais circunstâncias que possam comprometer o negócio;
http://www.creci-rj.gov.br/site/uploads/site/marcador_peq_02.jpg recusar a transação que saiba ilegal, injusta ou imoral;
http://www.creci-rj.gov.br/site/uploads/site/marcador_peq_02.jpg comunicar imediatamente ao cliente o recebimento de valores ou documentos a ele destinados;
http://www.creci-rj.gov.br/site/uploads/site/marcador_peq_02.jpg prestar ao cliente, quando este as solicite ou logo que concluído o negócio, contas pormenorizadas;
http://www.creci-rj.gov.br/site/uploads/site/marcador_peq_02.jpg zelar pela sua competência exclusiva na orientação técnica do negócio, reservando ao cliente a decisão do que lhe interessar pessoalmente;
http://www.creci-rj.gov.br/site/uploads/site/marcador_peq_02.jpg restituir ao cliente os papéis de que não mais necessite;
http://www.creci-rj.gov.br/site/uploads/site/marcador_peq_02.jpg dar recibo das quantias que o cliente lhe pague ou entregue a qualquer título;
http://www.creci-rj.gov.br/site/uploads/site/marcador_peq_02.jpg contratar, por escrito e previamente, a prestação dos serviços profissionais;
http://www.creci-rj.gov.br/site/uploads/site/marcador_peq_02.jpg receber, somente de uma única parte, comissões ou compensações pelo mesmo serviço prestado, salvo se, para proceder de modo diverso, tiver havido consentimento de todos os interessados, ou for praxe usual na jurisdição.
O corretor de imóveis responde civil e penalmente por atos profissionais danosos ao cliente, que tenham sido causados por imperícia, imprudência, negligência ou infrações éticas.

Veja a íntegra do Código de Ética Profissional da categoria. Qualquer dúvida ou informação adicional, entre em contato com o Creci-RJ.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Profissional que avalia imóveis ganha espaço no mercado




Segundo dirigente do Cofeci, ganho médio mensal seria de R$ 5 mil 

Nos últimos três anos, o mercado imobiliário brasileiro sentiu a necessidade de contratar mais avaliadores de imóveis - um profissional que, aliás, já não era muito fácil de encontrar. Agora, com o boom produzido por Copa do Mundo e Olimpíadas, a situação ficou mais complicada: a atividade é cada vez mais requisitada e deve continuar ganhando espaço. E, segundo analistas, deve se manter em crescimento mesmo após os eventos esportivos. 

- A necessidade de avaliação sempre vai existir e deve continuarcrescendo - afirma Luiz Fernando Barcellos, vice-presidente de Avaliações Imobiliárias do Conselho Federal dos Corretores de Imóveis (Cofeci). 

Ganhos podem chegar a até R$ 20 mil por mês 


Qual é a diferença entre o corretor e o avaliador de imóveis? O avaliador é aquele que determina o valor de imóveis não apenas para comprar e venda, mas também para questões judiciais, como partilha de bens, ou para prefeituras e governos que precisam, por exemplo, efetuar desapropriações. 


Além disso, para ser incluído no Cadastro Nacional de Avaliadores de Imóveis (Cnai), é necessário fazer um curso técnico de avaliação imobiliária em instituição reconhecida pelo Cofeci - os cursos estão passando por processo de recredenciamento, mas estarão disponíveis em breve no site do órgão. 


- O Conselho criou o Cadastro Nacional com o objetivo de melhorar a qualidade dessas avaliações e incentivar a qualificação dos profissionais que atuam na função - explica Barcellos, acrescentando que o avaliador de imóveis pode atuar de forma autônoma ou atrelado a uma imobiliária, com ganhos mensais médios que giram em torno de R$ 5 mil. 


E, segundo Edison Parente, diretor da administradora Renascença, esse salário pode chegar a R$ 20 mil: 


- Depende da quantidade de avaliações feitas e do tamanho dos imóveis. 


Parente explica que as análises de valor são feitas com base em comparações com os preços do mercado. 


- Avaliar um apartamento de três quartos em Copacabana é mais fácil, pois há uma grande base de comparação. Já avaliar um edifício comercial de 24 andares no Centro do Rio é outra história. Essa avaliação exige métodos que só um avaliador cadastrado sabe aplicar - garante o diretor da Renascença. 

Justiça usa base de dados do Cofeci

  
Ter o nome incluído no Cadastro Nacional também permite que o avaliador atue como perito judicial, o que amplia seu campo de trabalho. 


- O banco de dados do Cofeci é consultado tanto pelas pessoas físicas ou jurídicas que desejam encontrar avaliadores de mercado, quanto por juizes que também podem nomear profissionais para avaliar imóveis envolvidos em processos de partilha ou de separação judicial - ressalta Barcellos.


Fonte: O Globo

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

PARTE DAS CONSTRUTORAS MANTEVE O PÉ NO FREIO NO 2º. TRIMESTRE


 Rossi: companhia tem focado seus esforços em empreendimentos 
voltados ao público de renda média e média alta

O ano passado não foi dos melhores para o setor de construção civil, muitas companhias precisaram colocar o pé no freio e reduzir o número de empreendimentos lançados no período. A recuperação esperada para 2013, no entanto, não tem sido unanime para todas elas e parte das construtoras está apresentando números ainda menores na comparação com 2012.

Sete das maiores companhias do mercado de construção reduziram o volume de lançamentos no segundo trimestre do ano. A Rossi foi a que apresentou a maior queda, cerca de 80% na comparação com o mesmo  trimestre do ano anterior. Os lançamentos da construtora totalizaram 164 milhões de reais, um ano antes, a cifra havia superado o montante de 860 milhões de reais no período.

A MRV também apresentou queda significativa no volume de lançamentos entre os meses de abril e junho, mais de 40%, de acordo com dados da própria companhia. Os novos empreendimentos  totalizaram 634 milhões de reais,um ano antes, a cifra havia superado o patamar de 1 bilhão de reais. 

Segundo Luiz Paulo Pompeia, diretor da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio), é importante lembrar que o setor é cíclico e quando há uma produção muito grande, na sequência, há redução. Foi justamente isso que ocorreu com a MRV, a empresa  mineira justificou que a queda nos lançamentos foi estratégica para que a companhia desovasse os estoques.

“O mercado imobiliário é assim, não tem outro jeito. Tivemos produções recordes entre os anos de 2010 e 2011 – a maior desde 1985 -, em 2012, observamos uma retração do setor e, neste ano, o cenário deve ser bem parecido com o do ano passado. O ritmo deve ficar mais cadenciado mesmo”, disse Pompeia, em entrevista à EXAME.com.

Para Roberto Patiño, gerente da área de transações da Jones Lang LaSalle, consultoria especializada no mercado imobiliário, outro fator que justifica a retração nos lançamentos é o fato de as construtoras estarem focadas na busca de terrenos mais bem localizados. “O que percebemos é que com a acomodação de valores e demanda, é melhor o que está mais bem localizado”, disse. 

A Rossi afirmou em seu balanço que tem focado seus esforços para lançar novos empreendimentos em regiões como São Paulo, Campinas e Rio de Janeiro, onde já possui histórico de atuação e tem concentrado em produtos voltados ao público de segmentos de renda média e média alta – ou seja, em imóveis com maior valor agregado. 

Embora algumas companhias tenham apresentando retração nos lançamentos, segundo dados do Secovi-SP, na cidade de São Paulo, o número de unidades lançadas no primeiro semestre do ano cresceu na comparação com o mesmo período de 2012 de 9.224 unidades para 13.983 unidades , alta de mais de 50%. 

Veja a tabela com a queda nos lançamentos de sete das maiores construtoras do país:

ConstrutorasLançamentos 2º trimestre 2013Lançamentos 2º trimestre de 2012Variação
MRVR$ 634 milhõesR$ 1,06 bilhão-41%
GafisaR$ 461 milhõesR$ 546 milhões-16%
DirecionalR$ 446 milhõesR$ 470 milhões-5,1%
RossiR$164 milhõesR$ 864 milhões-81%
HelborR$ 238 milhõesR$ 306 milhões-22,2%
RodobensR$ 206 milhõesR$ 241 milhões-14,5%
TrisulR$ 110 milhõesR$ 145 milhões-24,1%

Fonte: EXAME.com